Dos 12 candidatos ao Buriti, apenas dois deles se declararam negros

Keka Bagno (PSol) e Robson da Silva (PSTU) registraram a raça na Justiça Eleitoral como sendo pretos; outros três nomes foram pardos

atualizado 16/08/2022 16:43

Servidor em direção ao Palácio do Buriti. Homem de roupa social em direção ao um prédio com pilastras brancasGiovanna Bembom/Metrópoles

Apenas duas candidaturas que disputarão o governo do Distrito Federal nas eleições de outubro se autodeclararam pretas: trata-se de Keka Bagno, assistente social que tentará a principal cadeira do Palácio do Buriti pelo PSol, e Robson da Silva, professor que tentará a vaga pelo PSTU.

Três buritizáveis disseram que são miscigenados, classificados como pardos: o atual governador Ibaneis Rocha (MDB), Renan Arruda (PCO) e Teodoro da Cruz, o Téo, do PCB.

Todos os demais, que representam 58% do total de registros junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declararam ser de origem branca.

 Censo

De acordo com o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPE-DF/Codeplan), 57% da população local se declaram negras.

O dado é da 6ª edição da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD), também considerada um censo brasiliense.

Concorrem ao Palácio do Buriti, além do atual governador, Ibaneis Rocha (MDB), que tenta a reeleição, há o Coronel Moreno (PTB), Izalci Lucas (PSDB), Keka Bagno (PSol), Leandro Grass (PV), Leila do Vôlei (PDT), Lucas Salles (DC), Rafael Parente (PSB), Renan Arruda (PCO), Robson (PSTU), Teodoro da Cruz Téo (PCB) e Paulo Octávio (PSD).

 

 

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