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Janela Indiscreta

Cristovam Buarque declara "simpatia" pela presidenciável Marina Silva

A terceira via conta com dois pré-candidatos ao Planalto: Geraldo Alckmin (PSDB) e Álvaro Dias (Podemos). PPS ainda não fechou questão

02/08/2018 05:20, atualizado 02/08/2018 09:03
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Michael Melo/Metrópoles
Cristovam Buarque declara “simpatia” pela presidenciável Marina Silva

Coordenador da chamada terceira via, o senador Cristovam Buarque (PPS) declarou “simpatia” pela pré-candidata ao Palácio do Planalto pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva. “Votei nela nas últimas eleições e ela não me deu qualquer razão para deixar de merecer a minha simpatia”, afirmou ao Metrópoles.

Nacionalmente, o partido de Cristovam ainda não definiu qual pré-candidato ao Planalto terá o apoio da legenda. O favorito, no entanto, é o tucano Geraldo Alckmin, embora algumas alas da sigla sejam contrárias e defendam o nome de Marina. A convenção nacional da legenda será no sábado (4/8). No DF, a Rede fechou aliança com o candidato à reeleição Rodrigo Rollemberg (PSB).

Encabeçada por Rogério Rosso (PSD) como pré-candidato ao GDF – a convenção regional para confirmar o nome dele será no sábado (4) –, a terceira via conta com dois nomes na disputa pela presidência da República. A coalizão é composta, até agora, por PSD, PPS, Solidariedade, PRB e Podemos. Nessa quarta (1º), o PRB oficializou o apoio a Alckmin, seguindo os passos do PSD e do Solidariedade. O Podemos tem candidato próprio ao Planalto, o senador Álvaro Dias.

Presidido no DF por Izalci Lucas, o PSDB desembarcou da coligação na última terça-feira (31). Preterido na terceira via, o tucano abriu mão da candidatura ao Buriti para apoiar Alberto Fraga (DEM) na disputa.

Izalci ficou com uma vaga para concorrer ao Senado. Em contrapartida, o delegado aposentado e líder da bancada da bala no Congresso Nacional abandonou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e declarou apoio a Geraldo Alckmin. Neste cenário, o cacique nacional do PSDB poderá contar com dois palanques para pedir os votos dos brasilienses.

Para Cristovam, no entanto, dar palanque para três candidatos distintos ao Planalto não é interessante para a coalizão coordenada por ele e encabeçada por Rosso. “Eu defendo a unidade”, afirmou.