Cristovam Buarque declara "simpatia" pela presidenciável Marina Silva
A terceira via conta com dois pré-candidatos ao Planalto: Geraldo Alckmin (PSDB) e Álvaro Dias (Podemos). PPS ainda não fechou questão

Coordenador da chamada terceira via, o senador Cristovam Buarque (PPS) declarou “simpatia” pela pré-candidata ao Palácio do Planalto pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva. “Votei nela nas últimas eleições e ela não me deu qualquer razão para deixar de merecer a minha simpatia”, afirmou ao Metrópoles.
Nacionalmente, o partido de Cristovam ainda não definiu qual pré-candidato ao Planalto terá o apoio da legenda. O favorito, no entanto, é o tucano Geraldo Alckmin, embora algumas alas da sigla sejam contrárias e defendam o nome de Marina. A convenção nacional da legenda será no sábado (4/8). No DF, a Rede fechou aliança com o candidato à reeleição Rodrigo Rollemberg (PSB).
Encabeçada por Rogério Rosso (PSD) como pré-candidato ao GDF – a convenção regional para confirmar o nome dele será no sábado (4) –, a terceira via conta com dois nomes na disputa pela presidência da República. A coalizão é composta, até agora, por PSD, PPS, Solidariedade, PRB e Podemos. Nessa quarta (1º), o PRB oficializou o apoio a Alckmin, seguindo os passos do PSD e do Solidariedade. O Podemos tem candidato próprio ao Planalto, o senador Álvaro Dias.
Presidido no DF por Izalci Lucas, o PSDB desembarcou da coligação na última terça-feira (31). Preterido na terceira via, o tucano abriu mão da candidatura ao Buriti para apoiar Alberto Fraga (DEM) na disputa.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesIzalci ficou com uma vaga para concorrer ao Senado. Em contrapartida, o delegado aposentado e líder da bancada da bala no Congresso Nacional abandonou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e declarou apoio a Geraldo Alckmin. Neste cenário, o cacique nacional do PSDB poderá contar com dois palanques para pedir os votos dos brasilienses.
Para Cristovam, no entanto, dar palanque para três candidatos distintos ao Planalto não é interessante para a coalizão coordenada por ele e encabeçada por Rosso. “Eu defendo a unidade”, afirmou.



