Vini Jr. assume papel de líder na Seleção e evita falar em favoritismo
Amistoso diante da Seleção Francesa foi apontado como um importante termômetro para a equipe brasileira antes da Copa do Mundo

Em meio ao ciclo de preparação para a próxima Copa do Mundo, Vinícius Júnior demonstrou maturidade ao falar sobre a Seleção Brasileira em coletiva realizada nesta quarta-feira (25/3). Aos 25 anos, o atacante do Real Madrid se posicionou como um dos líderes do grupo, especialmente no apoio aos jogadores mais jovens.
O amistoso diante da Seleção Francesa, que ocorre nesta quinta-feira (26/3), foi apontado por Vini Jr. como um importante termômetro para a equipe brasileira. Com muitos talentos ofensivos dos dois lados, a expectativa é de um jogo aberto e intenso.
“Não existe amistoso para a gente. É sempre competitivo. Vai ser um grande jogo e um ótimo teste para a Copa”, afirmou o atacante.
Por fim, Vini Jr. evitou centralizar o protagonismo em si, destacando que o sucesso em uma Copa do Mundo depende do coletivo. Para ele, diferentes jogadores podem decidir partidas em momentos distintos.
“O protagonismo pode ser de qualquer um em cada jogo. O importante é estarmos preparados. Quero ajudar a equipe, fazer gols, mas acima de tudo ser campeão”, concluiu.
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Mesmo ainda jovem, Vini se vê como um dos mais experientes do atual elenco. Ele reconhece que a adaptação à Seleção nem sempre é fácil e tem se dedicado a ajudar os novatos a lidarem com a pressão.
“Quando você chega, a emoção é muito grande. Você quer fazer tudo rápido, mas a Seleção tem muita pressão. Tento passar tranquilidade para que eles aproveitem o momento. Aqui é como uma família”, afirmou.
Em grande fase no futebol europeu, o atacante minimizou o peso das expectativas externas e reforçou que seu foco total está na preparação para o principal objetivo. “Eu sei do meu trabalho e da minha dedicação. Tudo que faço é pensando em estar preparado para a Copa”, confessou o atacante do Real Madrid.
Vini também destacou a evolução da equipe sob o comando de Carlo Ancelotti após um ciclo turbulento. “O Mister entende muito bem os jogadores que tem. Ele tira a responsabilidade da gente em alguns momentos e isso ajuda muito dentro de campo”, explicou.
Neymar como referência
Questionado sobre a dependência da Seleção em relação a Neymar, Vini foi direto ao reconhecer a importância do camisa 10, mas reforçou a força coletiva do elenco.
“O Ney é um dos melhores jogadores do mundo, é um ídolo para mim. Claro que queremos jogar com os melhores, e ele é um deles. Mas temos muitos jogadores preparados para assumir responsabilidades”, destacou Vini.
Sem favoritismo
Apesar da tradição e do peso da camisa, Vini Jr. acredita que o Brasil não chega como favorito absoluto para o Mundial, especialmente pelos resultados recentes nas Eliminatórias. Ainda assim, ele vê potencial para brigar pelo título.
“O peso da camisa e a qualidade dos jogadores contam muito. Não queremos o favoritismo, queremos chegar fortes, com tranquilidade e fazer um grande trabalho”, afirmou o jogador.







