Time japonês presta homenagem a ex-jogador falecido da Chapecoense

Arthur Maia passou pelo Kawasaki Frontale, time que disputa o Campeonato Japonês, um ano antes da queda do avião da Chapecoense, em 2016

atualizado

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Reprodução / Kawasaki Frontale
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1 de 1 Imagem colorida da homenagem a Arthur Maia - Foto: Reprodução / Kawasaki Frontale

Nesta sexta-feira (28/11), completam-se nove anos do acidente aéreo da Chapecoense, que deixou 71 mortos no voo 2933 da LaMia. Entre as vítimas fatais estava Arthur Maia. O ex-jogador teve passagem pelo Kawasaki Frontale, do Japão. A equipe prestou homenagem nas redes sociais.

Confira:

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O clube viajava para disputar a final da Sul-Americana em novembro de 2016 contra o Atlético Nacional de Medellín. A aeronave teria ficado sem combustível e não conseguiu completar a rota.

O jogador faleceu aos 23 anos. Arthur Maia iniciou sua carreira no Vitória. Antes de defender a Chapecoense, o meio-campista passou por Joinville, América-RN e Flamengo.

Sua passagem pelo futebol japonês começou em 2015, um ano antes de defender o time catarinense. No Kawasaki Frontale, Arthur usava a camisa 10.

O time catarinense vinha de uma temporada marcante. Sob comando de Caio Júnior, a equipe alcançou campanhas consistentes, eliminou adversários tradicionais no torneio continental e chamava a atenção pela união e pela maneira competitiva de jogar.

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Cerimônia foi realizada antes do amistoso entre Chapecoense e Palmeiras
Avião da LaMia que levava a delegação da Chapecoense para a Copa Sul-Americana
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Fuerza Aérea Colombiana
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ANTÔNIO CARLOS MAFALDA/MAFALDA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
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A viagem para a Colômbia carregava o clima de maior oportunidade da história do clube, que havia subido da Série D em 2009 para a Série A em 2014.

Como foi o acidente

O avião da companhia boliviana LaMia decolou de Santa Cruz de la Sierra com autonomia de combustível no limite. Investigações posteriores revelaram que a empresa descumpriu protocolos básicos de segurança ao não realizar escala para reabastecimento e ao manter o plano de voo sem margem de segurança.

A aeronave perdeu potência pouco antes da aproximação a Medellín, após falha elétrica causada por uma pane seca, ou seja, falta de combustível. O piloto chegou a declarar emergência, mas tarde demais. O avião caiu em uma área montanhosa próxima à cidade de La Unión, na Colômbia. A maior parte dos passageiros morreu no impacto.

Onde estão os sobreviventes

Seis pessoas sobreviveram ao acidente: Jackson Follman, Neto, Alan Ruschel (jogadores), Rafael Henzel (jornalista) e os tripulantes Erwin Tumiri e Xemena Suarez.

O zagueiro Neto foi o último resgatado com vida. Após longo processo de recuperação, tentou voltar aos gramados, mas não conseguiu. Hoje, vive em Chapecó, participando de eventos do clube e palestras. Outro que não voltou aos gramados foi Jakson Follmann. O goleiro, que teve a perna direita amputada, tornou-se cantor, palestrante e embaixador de projetos esportivos e sociais

O lateral Alan Ruschel, por sua vez, retomou a carreira, atuou por equipes brasileiras e continua ligado ao futebol. Após a tragédia, passou por Goiás, Cruzeiro, América Mineiro, Londrina e hoje está no Juventude, na Série A. Em 2025, disputou 25 partidas, mas não marcou gols nem deu assistências.

Entre os membros da tripulação, sobreviveram a comissária Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri, ambos retornando à Bolívia após o acidente. O jornalista Rafael Henzel, que também sobreviveu, voltou ao trabalho, lançou livro e participou de transmissões da Chape até morrer em 2019, vítima de um infarto.

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