Metrópoles Endurance: por que o triatlo virou febre entre atletas
Após a pandemia, o esporte ganhou novo fôlego com o boom do bem-estar e da saúde integral: segundo dados do Global Wellness Institute
atualizado
Compartilhar notícia

O triatlo virou uma verdadeira febre entre atletas amadores e profissionais no Brasil nos últimos anos, impulsionado por uma combinação de fatores que vão além do simples desafio físico. Isso se comprova com a procura do Metrópoles Endurance, que acontece nos dias 28 e 29 de março de 2026 no Pontão do Lago Sul, em Brasília, com provas sprint e standard de triatlo, exemplificam essa explosão: reunindo atletas em distâncias acessíveis, o evento destaca o caráter inclusivo do esporte, que testa limites sem exigir elite desde o início.
As inscrições já estão disponíveis e devem ser realizadas através da Bilheteria Digital. A competição é realizada pelo Metrópoles Produções, com apoio da Setur.
Faça sua inscrição
Após a pandemia, o esporte ganhou novo fôlego com o boom do bem-estar e da saúde integral: segundo dados do Global Wellness Institute, o número de praticantes cresceu expressivamente, com projeções de aumento de até 20% ao ano até 2026 em federados e eventos multiesportes.
Muitos iniciantes — mais de 60% segundo levantamentos recentes — entram no triatlo motivados por transformação corporal rápida, melhora na resistência, força e composição física em poucos meses, status social (academias lotadas às 5h, bikes caras e comunidades vibrantes) e o apelo das redes sociais.
Rafael Olher, atleta de endurance há 11 anos, com foco em triathlon, trail run (corridas de montanha) e corridas de rua, diz que é interessante o crescimento exponencial pela prática das atividades de endurance.
“A gente pode voltar um pouquinho e ver que esse crescimento começou a se dar ali por meados ali do final da pandemia onde começou a explodir essa importância da prática do exercício físico para não só para melhora da condição física, mas também como um fator de prevenção de doenças”, disse.
Ele destaca que a melhora na qualidade de vida está diretamente ligada à substituição de hábitos prejudiciais — como o consumo de álcool— pela prática esportiva. No entanto, reforça que esse processo deve caminhar junto com o respeito aos limites do corpo, priorizando uma evolução gradual, com aumento progressivo de distâncias e desafios.
“O endurance revela dois lados importantes: o potencial de transformação positiva e a necessidade de responsabilidade. Para quem deseja se aventurar e evoluir na modalidade, é fundamental buscar orientação de profissionais qualificados, como educadores físicos e nutricionistas. Assim, o desenvolvimento acontece de forma segura, sustentável e sem prejuízos à saúde”, analisou.
Do outro lado, há o professor de educação física Cleber Rosa, em que é biatleta e deseja evoluir para o tri-atletismo.
“Acho um esporte fantástico. Tenho muitos amigos triatletas, e alguns deles inclusive vão participar do metrópoles endurance”, afirmou.
Ele diz que já começou a acompanhar para começar a praticar e que pretende participar da próxima edição do evento: “Mesmo que eu não pratique, acompanho o e assisto o esporte”, disse.
Metrópoles Endurance
Esta é mais uma competição esportiva realizada pelo Metrópoles Produções. A estreia aconteceu com o Endurance, em disputas de triatlo, aquathlon e natação em águas abertas; em seguida, o Cycling tomou conta das ruas do Eixo Monumental.
Em setembro, foi realizada a Meia Maratona Metrópoles, primeiro evento exclusivamente de corrida. Já o Metrópoles Run aconteceu no dia 21 de dezembro e reuniu competidores de todas as idades. Além do Metrópoles Endurance, em março os competidores disputaram o Metrópoles Endurance – Corrida.










