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Esportes

Membro de organizada de time argentino é condenado após ameaçar Di María

Quando considerava voltar ao Rosário Central, da Argentina, Dí Maria foi ameaçado por um homem em duas oportunidades

28/10/2026 22:44
Alexandre Schneider/Getty Images
Foto colorida de Di Maria - Metrópoles

Sergio “Bebe” Di Vanni, de 45 anos, foi condenado a sete anos e meio de prisão após ameaçar Ángel Di María e tentar impedir a volta do craque ao Rosario Central, da Argentina. Os episódios aconteceram em março de 2024, quando o campeão mundial ainda atuava pelo Benfica.

O Ministério Público provincial anunciou a sanção nesta quarta-feira (28/10). O homem tentou intimidar Dí Maria e a família do atacante em duas oportunidades, ambas no dia 25 de março de 2024.

De acordo com a AFP, a primeira ameaça aconteceu durante a madrugada. Di Vanni pagou quatro milhões de pesos (cerca de R$ 13,8 mil) para dois homens, de 37 e 25 anos, atirarem contra a fachada da casa utilizada por Di María em Rosário, na Argentina, a cerca de 300 km da capital, Buenos Aires.

A dupla ainda deixou bilhetes endereçados ao jogador, afirmando que mataria a família dele caso optasse por voltar ao Rosario Central. Di María foi revelado pelos Auriazules, clube pelo qual o atacante atua desde que retornou, um ano após as ameaças.

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Mais tarde naquele dia, outro homem enviado por Di Vanni foi à imobiliária da irmã do jogador e deixou uma caixa com uma cabeça de porco, uma munição e um novo bilhete contendo ameaças.

Além de Di Vanni, Belén Gutiérrez, de 25 anos, apontada como autora material dos fatos, também foi condenada. Ela recebeu uma sentença de três anos e meio de prisão e se declarou culpada. Há ainda uma terceira pessoa, que está em prisão preventiva.

A acusação ainda aponta que a intimidação estava ligada a uma luta interna pelo poder entre os ultras do Newell’s Old Boys. Di Vanni também recebeu pena por outros crimes relacionados à torcida organizada.