Medalhista olímpica pede que COI proíba atletas trans de competir
Ginasta norte-americana, MyKayla Skinner descreveu a possível mudança para os Jogos Olímpicos de 2028 como “esperançosa”
atualizado
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A ginasta MyKayla Skinner demonstrou apoio à proibição da presença de atletas transgêneros nas Olimpíadas. Ela descreveu a participação de pessoas trans nos esportes como uma “insanidade”.
O discurso surgiu após rumores de que o Comitê Olímpico Internacional (COI) estuda a proibição. Os próximos Jogos Olímpicos serão em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Skinner foi medalhista de prata no salto nos Jogos de Tóquio 2020. A ginasta se manifestou a favor da possível proibição de atletas trans nas olimpíadas por meio de um artigo de opinião escrito ao jornal norte-americano Fox News.
“O recente anúncio do COI me dá esperança de que uma mudança significativa seja possível. Agora, cabe a todos nós — a maioria silenciosa das atletas, a equipe dos EUA e aquelas que ainda treinam em nível de elite — nos manifestarmos e exigirmos que o Comitê Olímpico e Paralímpico dos EUA (USOPC) implemente políticas que protejam a justiça e a segurança em todos os esportes femininos”, declarou a atleta.
A ginasta alega que a proibição é uma medida que garante a isonomia nas modalidades femininas de esportes olímpicos.
“Quero ser uma voz para as atletas de elite, compartilhar uma mensagem de força, coragem e esperança para a próxima geração de meninas e defender o futuro delas”, escreveu a estadunidense.






