Marquinhos cita união de gerações e peso de ser capitão da Seleção

Capitão da Seleção Brasileira, Marquinhos comenta clima do elenco nos primeiros treinos nos Estados Unidos e relembra título da Champions

atualizado

metropoles.com

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1 de 1 marquinhos - Foto: Reprodução / CBF

Líder no elenco da Seleção Brasileira, Marquinhos desembarcou nos Estados Unidos para integrar o grupo após a conquista da Champions League. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (3/6), o zagueiro falou sobre o elenco, que mistura jogadores jovens e outros mais experientes, além da expectativa em ser o capitão durante o Mundial.

A convocação de Carlo Ancelotti para a disputa da Copa do Mundo de 2026 traz um elenco mesclado com veteranos e novatos. Sobre essa mescla, Marquinhos disse que isso é um ponto positivo na convivência e enalteceu mentalidade dos atletas mais novos:

“Ter alguns jogadores que viveram momentos ruins com a Seleção Brasileira pode ser bom para trazer essa experiência para os mais jovens. Nas outras vezes, chegamos muito bem, mas não conseguimos. Cabe a gente entender que precisamos crescer nos momentos decisivos”, disse Marquinhos.

“O futebol moderno, por muitas vezes eu aprendo muito com os jovens do que eles comigo. A gente tem que estar aberto a isso, somos acessíveis a nova geração, ao novo futebol, a nova filosofia. Tentar passar alguma coisa para eles não é nada forçado. O que eu vivi em 2018, nas eliminatórias passadas, talvez não possa servir”, indicou.

“Nós, os veteranos, não podemos pensar que somos os donos da verdade, acho que é uma troca de responsabilidades. No PSG, ser campeão com uma das menores médias de idade, provou que essa geração tá cada vez mais pronta. Eles vão ter um papel muito importante nesse momento da Seleção Brasileira”, comparou o zagueiro.

Marquinhos será o capitão da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo de 2026. O zagueiro falou sobre a responsabilidade de carregar a braçadeira e seu papel como líder no elenco da Amarelinha:

“O dia que o Ancelotti anunciou que eu seria o capitão foi um dia antes da final da Champions. Fiquei muito feliz com essa notícia. Ser o capitão em uma Copa do Mundo é muito bom, a gente lembra dos lendários capitães que já passaram por aqui. Ser capitão não é somente a braçadeira, é sobre agregar os companheiros dentro e fora das quatro linhas. Me sinto muito mais preparado, nesses quatro anos eu trago muita bagagem e muita experiência para agregar a Seleção Brasileira”

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Com três sedes na mesma edição, a Copa do Mundo de 2026 inaugura um novo formato de competição. O país foi alvo de partidas paralisadas em decorrência do clima durante o mundial em junho do ano passado. Sobre o tema, Marquinhos compartilhou a experiência na competição e disse que ter disputado jogos com essas condições antes da Copa pode ser aproveitado pelo elenco:

“Pela experiência que tivemos aqui no mundial de clubes, a desidratação, o calor, ter se ambientado com isso e os treinos aqui também, além da preparação vai nos ajudar a ter as melhores condições. Vai ser muito importante a gente estar sempre focado, começar bem os jogos, no mundial, a equipe que começou ganhando sofreu menos.”

“O momento que estou vivendo pessoalmente cria uma expectativa maior para essa Copa do Mundo. Vivo esse momento como minha última copa, minha última oportunidade de conquistar cada vez mais troféus na minha carreira. O Marquinhos de 2022 é diferente desse de hoje. Quatro anos no mundo do futebol é muita coisa, o esporte evolui, a gente amadurece e a gente precisa buscar cada vez mais essa evolução pessoal, e também como jogador”, comentou o tópico.

Antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O time nacional ainda encara o Egito, em amistoso que será disputado no próximo sábado (13/6), às 19h (horário de Brasília), em Cleveland. A Amarelinha estreia no mundial no dia 13 de junho, quando encara Marrocos. O grupo comandado por Carlo Ancelotti está no Grupo C, que ainda conta com Escócia e Haiti.

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