Tecnologia impede que drones voem próximo a arenas na Olimpíada
Recurso desenvolvido pela DJI visa alertar usuários e auxiliar as forças de segurança durante os Jogos do Rio
atualizado
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A fabricante DJI vai impedir que os drones de seus usuários sobrevoem locais onde serão disputados os Jogos Olímpicos de 2016. A proibição, que contempla arenas, estádio e locais com grande concentrações de pessoas, vale não só para o Rio de Janeiro, mas para todas as cidades olímpicas, como Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus e Salvador.
Com a solução, a companhia chinesa pretende alertar os usuários mais desavisados e contribuir com as forças de segurança, que estão tendo dificuldades para lidar com uma série de questões relacionadas ao policiamento durante as competições. A solicitação foi feita pelas autoridades aéreas brasileiras em recentes encontros com representantes da DJI.
Ao tentar levantar voo, o usuário receberá um aviso no display informando sobre a situação. “O sistema protege nossos clientes de usarem por descuido seus aparelhos em áreas de segurança, e isso contribui para evitar que enfrentem problemas com as autoridades ou tenham acidentes”, disse o Diretor para América Latina da DJI, Manuel Martínez.
A função deve minimizar as preocupações com esse tipo de equipamento, já que a DJI detém 70% do mercado mundial de drones destinados a aplicações civis.
