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Esportes

Influenciador é demitido do Vasco após defender Daniel Alves; assista

Fui Clear diz não acreditar que Daniel Alves seja culpado pelo crime de estupro contra uma jovem espanhola

24/02/2024 14:19
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Reprodução
Fui clear demitido vasco - Metrópoles

O empresário e influenciador Eduardo Semblano, o Fui Clear, foi demitido do cargo de coordenador do Fut7 do Vasco após declarações defendendo o Daniel Alves no caso de estupro. Pedrinho, presidente do clube, foi quem tomou a decisão.

Durante o programa “3 na Área”, o influenciador afirmou não acreditar que Daniel Alves seja culpado pelo crime de estupro. Confira o momento:

“A justiça espanhola condenou o Daniel. Eu acho que ele não fez. É a minha opinião, mas pouco importa a minha opinião. Só me posicionando para quem cobrou. Me permito sempre a dúvida nesses casos, principalmente envolvendo jogador de futebol, até de basquete, pessoas muito poderosas. Ao mesmo tempo que se acha o dono do mundo existe um outro cartel de golpes enorme”, opinou Fui Clear.

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Daniel Alves enfrenta acusação de estupro
Caso será reaberto na justiça.
Jogador Daniel Alves havia sido condenado na Espanha a 4 anos e meio de prisão por agressão sexual
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Jogador Daniel Alves havia sido condenado na Espanha a 4 anos e meio de prisão por agressão sexual

EUROPA PRESS/D.Zorrakino. POOL via Getty Images
Daniel Alves enfrenta acusação de estupro
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Daniel Alves enfrenta acusação de estupro

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Caso será reaberto na justiça.
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Caso será reaberto na justiça.

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Entenda a sentença de Daniel Alves

Além da condenação a 4 anos e 6 meses de prisão, Daniel Alves deverá cumprir outras obrigações estabelecidas na leitura da sua sentença.

Sob tutela da Justiça Espanhola, o brasileiro deverá cumprir pena de 5 anos de liberdade supervisionada após o cumprimento integral do tempo de encarceramento previsto em sua sentença.

O veredito dado pela 21ª Seção de Audiência de Barcelona também prevê um período de 9 anos de proibição do contato com a vítima. Durante o período de liberdade supervisionada, o jogador deverá se manter a, pelo menos, 1 km de distância do local de trabalho e moradia da denunciante.

O brasileiro também foi condenado a pagar uma indenização de 150 mil euros (aproximadamente R$ 801 mil) à vítima por danos morais e físicos decorrentes do crime cometido. O lateral ainda será responsável por arcar com os custos da denunciante ao longo do processo.