Veja os pontos positivos e negativos do Mané Garrincha

O “Metrópoles” percorreu o estádio antes da partida do Flamengo e Coritiba e anotou os principais problemas da arena

atualizado

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Placar do Estádio Mané Garrincha Crédito: Cícero Lopes/Metrópoles

Um ano após a Copa do Mundo, o Mané Garricha vive uma nova realidade. O Metrópoles deu uma volta na arena e pontuou os gols contra e os a favor da torcida. Infelizmente, o brasiliense quase levou um 7 a 1… 

Caiu a internet (Goooooool… contra)

A sobrecarga de selfies e fotos da partida sobrecarregou a rede de internet que ficou inoperante. O estádio não conta mais com um acesso à Wi-fi e a conexão ao 3G e 4G está bem lenta. 

Limpeza (Gooooool… do Mané)
Antes de os torcedores entrarem no estádio, eles encontraram cadeiras, corredores e acesso limpos. Bem diferente do primeiro jogo da Copa do Mundo, quando os acessos estavam empoeirados

*Rafaela Felicciano/Metrópoles**
*Rafaela Felicciano/Metrópoles**

Gramado (Gooooool do Mané)
No final de semana do dia 4 de setembro, quando ocorreu um festival de cerveja na parte interna do Mané, a situação do gramado era duvidosa. Mas noite desta quinta (17/9), o campo estava impecável

*Clayton Bernard/Divulgação**
*Clayton Bernard/Divulgação**

Banheiros (Goooooool… contra)
Saboneteiras não funcionavam e o mau cheiro poluiu o lugar antes mesmo do início do jogo. Muitas pessoas reclamaram da falta de higiene.

*Rafaela Felicciano/Metrópoles**
*Rafaela Felicciano/Metrópoles**

Vestiário (Gooooool do Mané)
O Metrópoles teve acesso, com exclusividade, ao vestiário do Flamengo. O armários estavam em boas condições, bancos bem conservados e as banheiras funcionando.

*Rafaela Felicciano/Metrópoles**
*Rafaela Felicciano/Metrópoles**

Catracas (Goooooool… contra)
A acessibilidade ao estádio foi complicada. Muitas filas e reclamação, principalmente no início. Após a abertura dos portões, os torcedores conseguiram entrar na arena em 25 minutos.

*Rafaela Felicciano/Metrópoles**
*Rafaela Felicciano/Metrópoles**

Bares (Gooooool… contra)
Os bares e quiosques foram improvisados. A cerveja (sem álcool) custava R$ 6. Água e refrigerante R$ 5. Um cachorro-quente com molho e batata R$ 10. Muito caro.

*Rafaela Felicciano/Metrópoles**
*Rafaela Felicciano/Metrópoles**

Setor Vip (Gooooool… contra)
O setor VIP, o Hospitality, não tinha bares próprios. Os torcedores tinham que descer para a arquibancada inferior para comprar bebidas. A maior parte dos ambulantes vendiam apenas salgados.

*Rafaela Felicciano/Metrópoles**
*Rafaela Felicciano/Metrópoles**

Apoio (Gooooool… contra)
Dentro do estádio, poucas pessoas davam informações assertivas. Sem placas ou pessoas de apoio, foi preciso dar voltas e voltas até encontrar os acessos.

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