Uruguai tem atuação de gala, goleia Venezuela e fica perto da Copa

Com 22 pontos, a seleção celeste aparece em quarto lugar, deixando a Venezuela na lanterna

atualizado

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Pablo Porciuncula – Pool/Getty Images
Uruguai Cavani
1 de 1 Uruguai Cavani - Foto: Pablo Porciuncula – Pool/Getty Images

Com as voltas do atacante Cavani, do Manchester United, e do meia Arrascaeta, do Flamengo, o Uruguai teve uma atuação de gala e atropelou a Venezuela, por 4 x 1, nesta terça-feira (1º/2) à noite, no Estádio Centenário, em Montevidéu, pela 16ª rodada das Eliminatórias sul-americanas. O resultado foi importante porque recolocou os uruguaios na zona de classificação à Copa do Mundo do Catar. Com 22 pontos, a seleção celeste aparece em quarto lugar, deixando a Venezuela na lanterna.

Os dois últimos jogos serão decisivos para o Uruguai, que vai receber o Peru em confronto direto e sair diante do Chile, ambos os jogos previstos para o final de março – dias 24 e 29. A Venezuela apenas vai cumprir tabela contra a Argentina fora e contra a Colômbia, em casa.

Cavani e Arrascaeta tinham ficado no banco de reservas no último jogo, quando o Uruguai venceu o Paraguai, por 1 a 0, mesmo atuando fora de casa. Desta vez eles contaram ainda com grandes atuações do atacante Suárez, e do meia Pellistri, para não dar chances ao visitante. Foi uma festa no histórico Centenário, que estava lotado.

Apoiado por sua torcida, o Uruguai abriu o placar aos 58 segundos. Cavani desceu pela direita e cruzou, a defesa rebateu e Betancur acertou chute forte de fora da área. O segundo gol saiu aos 22 minutos. Pellistri passou por três dentro da área e, sem ângulo, deu passe para trás para Arrascaeta completar de chapa.

O Uruguai ficou soberano em campo e perdeu muitas chances para ampliar. O terceiro gol saiu aos 45 minutos, quando Arrascaeta passou pelo goleiro e deu para Cavani, que finalizou de bicicleta para o gol vazio. Um golaço.

No começo do segundo tempo, o VAR alertou o árbitro brasileiro Bruno Arleu sobre um pênalti em cima de Pellestri. Na cobrança, Suárez bateu no canto esquerdo e o goleiro Fariñez espalmou. Novamente alertado pelo VAR, o árbitro acusou invasão da área por um venezuelano e mandou a cobrança voltar.

Cavani segurou a bola e a entregou nas mãos de Suárez. Desta vez, aos sete minutos, ele bateu no canto direito e forte, marcando seu décimo gol nas eliminatórias e seu 67º gol com a camisa uruguaia, o maior goleador da história do país. Ano passado, Suárez se tornou o primeiro uruguaio a superar a marca de 500 gols na carreira. Aos 35 anos ele defende o Atlético de Madrid, da Espanha.

Em uma falha do zagueiro Giménez, que perdeu o domínio da bola, o atacante Martínez arrancou e só desviou a bola do goleiro Rochet, aos 19 minutos, marcando o gol de honra da Venezuela. Mesmo com as esperadas substituições no Uruguai, a seleção celeste não abriu mão de atacar e voltou a perder gols. Mas nada que atrapalhasse a festa nas arquibancadas.

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