Quatro gigantes europeus querem Aguero; Juve e Inter estão na briga

O atual contrato do artilheiro vai até o fim de junho deste ano e ainda não há negociação sobre uma renovação

atualizado 22/02/2021 17:18

Manchester City AgueroAlex Livesey - Danehouse/Getty Images

O Manchester City fica cada dia mais pressionado para tomar uma decisão sobre o futuro de Sergio Aguero. Já sondado por Barcelona e Atlético de Madrid, agora o argentino também é desejado pela Juventus e pela Inter de Milão.

O atual contrato do artilheiro vai até o fim de junho deste ano e ainda não há negociação sobre uma renovação. Isso porque o City não quer se comprometer até que Aguero prove que se recuperou totalmente da Covid-19 e de uma lesão persistente no joelho.

Aos 32 anos, Sergio não é titular há quatro meses e não balança as redes desde janeiro de 2020. Mesmo assim, quatro dos maiores clubes da Europa querem tê-lo no elenco. Afinal, foram 256 gols marcados em 379 jogos pelo City, combinados com a possibilidade de contratá-lo sem custos após o fim do acordo com o time ingles.

Segundo o The Sun, o atacante preferia renovação o contrato e continuar em Manchester, mas ele está avaliando todas as opções e ansioso para voltar a jogar e voltar a disputar títulos.

Guardiola tem deixado ele fora dos jogos e sua presença no banco de reservas é constante, mas garante: “Estou ansiosa para colocá-lo no time, mas não podemos esquecer que ele ficou muito tempo afastado e precisa recuperar o ritmo.”

“Sempre tenho dúvidas sobre a condição física do Sergio porque ele ficou ferido por um ano. Quero ter certeza para ele e para nós. Digo a ele para continuar trabalhando, porque sua hora está chegando”, disse o técnico espanhol.

Pochettino de olho

Além de Barça, Atlético, Juve e Inter, o Paris Saint-Germain de Mauricio Pochettino também observa de perto a situação de Aguero.

O alto salário de Sergio não deve um problema que irá impedir o PSG e Pochettino de ter o jogador no elenco. Atualmente, o camisa 10 do City recebe 240 mil libras por semana (cerca de R$ 1.755 milhões), quantia que o time de Paris conseguiria repetir.

Em Paris, o atacante jogaria ao lado dos conterrâneos Paredes, Di Maria, Icardi e trabalharia pela primeira vez com o treinador argentino.

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