Por que o engajamento no futebol brasileiro ainda é um tabu?

Apesar dos eventos recentes, os atletas são menos engajados e se posicionam com menos frequência

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Wagner Meier/Getty Images
Gerson Flamengo x Bahia
1 de 1 Gerson Flamengo x Bahia - Foto: Wagner Meier/Getty Images

No dia 8 de dezembro, os jogadores do Paris Saint Germain (FRA) e Istambul Basaksehir (TUR) se mobilizaram coletivamente e deixaram o campo após manifestações de cunho racista do romeno Sebastian Coltescu, 4º árbitro da partida válida pela Champions League. A medida foi muito elogiada por alguns torcedores, que cobram uma postura mais enfática dos atletas e outras personalidades públicas acerca do racismo. O jogo foi interrompido após os jogadores deixarem o campo, e foi remarcado para o dia seguinte.

Alguns meses antes, no dia 22 de outubro, o ex-jogador de futebol e atual senador federal, Romário de Souza Faria (Podemos-RJ), apresentou um projeto de lei que consiste na adição de um artigo à Lei Pelé. A partir da nova definição, fica proibida a punição a atletas que se posicionarem criticamente durante eventos esportivos. A única punição prevista é caso haja ofensa explícita contra qualquer participante, patrocinador ou organizador do campeonato em questão.

Leia a matéria completa no Trivela, parceiro do Metrópoles.

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