Neo Química não resolve questões financeiras, mas é alívio para Corinthians

O acordo com a Hypera Pharma renderá R$ 300 milhões pelos próximos 20 anos, R$ 15 milhões por ano, reajustados pelo índice IGP-M anualmente

atualizado 04/09/2020 12:16

Reprodução/Twitter

O Corinthians completou 110 anos nesta semana, no dia 1º de setembro, com uma notícia muito positiva: enfim, os direitos do nome do estádio foram comercializados. O acordo com a Hypera Pharma renderá R$ 300 milhões pelos próximos 20 anos, R$ 15 milhões por ano, reajustados pelo índice IGP-M anualmente. O estádio deixa de ser Arena Corinthians para ser batizado como Neo Química Arena, laboratório do grupo. Ainda que a venda do nome do estádio tenha virado piada ao menos nos últimos seis anos, desde que ele foi inaugurado, é um movimento importante do Corinthians, conseguido em um momento que o clube vive um aperto financeiro.

Isso significa um grande alívio, já que o estádio era um custo alto que era pago apenas com bilheteria, o que nem sempre era suficiente. Não foi incomum o clube ter que completar os valores das parcelas do estádio com dinheiro do clube, que poderia ser usado em outras áreas. Por isso, esse novo patrocínio vai facilitar para o pagamento da dívida mais pesada que o clube tem.

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