Jogadora dos EUA explica polêmica comemoração do “chá inglês”

Alex Morgan afirmou que quis ser irreverente como a companheira Rapinoe, mas não deu detalhes do que desejava representar com o gesto

Catherine Ivill/Fifa/Getty ImagesCatherine Ivill/Fifa/Getty Images

atualizado 03/07/2019 23:12

No dia em que completou 30 anos, nesta terça-feira (03/07/2019), a jogadora Alex Morgan colocou os Estados Unidos em sua quinta final de Copa do Mundo de futebol feminino e, de quebra, provocou uma polêmica. Logo depois de marcar 2 x 1 a favor de sua seleção, aos 30 minutos do primeiro tempo, a atacante comemorou como se estivesse tomando um chá, costume característico dos ingleses. Foi a senha para pessoas nas redes sociais entenderam o gesto como uma provocação desnecessária às adversárias da semifinal.

Entre as hipóteses para a festa de Morgan está a menção ao Boston Tea Party, que se refere a uma ação de protesto executada pelos colonos ingleses na América contra o governo britânico. Uma outra, bem mais suave, é simplesmente um brinde ao seu próprio aniversário. Fato é que a jogadora explicou a comemoração, mas não deu detalhes do que quis representar com o gesto.

De acordo com Alex Morgan, a vibração foi apenas para ser irreverente e responder algumas críticas de que o time dos Estados Unidos estava sendo arrogante. “Eu queria manter isso interessante. Eu sei que as comemorações da Megan Rapinoe são as melhores, mas eu tentei fazer algo à altura”.

É difícil julgar se foi um desabafo pesado ou apenas um gesto simpático, mas o fato, como lembram algumas publicações inglesas nesta quarta-feira (03/07/2019), é que a seleção dos Estados Unidos tem sido alvo de críticas desde a primeira rodada do Mundial, quando goleou a Tailândia por 13 x 0 e vibrou intensamente com todos os gols – a maior goleada da história da competição.

“Eu sinto que esse time jogou tanto para ele e para nós. Eu sinto como se nós não tivéssemos um caminho fácil nesse campeonato e “esse é o chá””, completou Morgan.

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