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Donald Trump critica os protestos de Rapinoe, capitã americana

A jogadora, que chama o governo de covarde, se posicionou contra o presidente, a federação de futebol americana e a desigualdade no país

atualizado

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Spain v USA: Round Of 16  – 2019 FIFA Women’s World Cup France
1 de 1 Spain v USA: Round Of 16 – 2019 FIFA Women’s World Cup France - Foto: Getty Images

A seleção americana segue firme e forte na Copa do Mundo feminina. Nessa segunda-feira (25/06/2019), eliminou a Espanha com dois gols de pênalti e está nas quartas de final da competição. Já são quatro partidas disputadas na França. Quatro partidas que a capitã Megan Rapinoe não canta o hino do país e muito menos coloca a mão direita do lado esquerdo do peito. O presidente do país, Donald Trump, se pronunciou sobre os protestos da jogadora.

Rapinoe critica o presidente Donald Trump, a federação de futebol americana e a desigualdade no país. Em entrevista ao jornal norte-americano The Hill, Trump afirmou não achar o comportamento da jogadora apropriado, além de não dizer o que pensa sobre a igualdade salarial entre homens e mulheres no futebol. “Eu acho que muito disso tem a ver com a economia. Quem atrai mais, ganha mais”.

“Eu sei que quando você tem as grandes estrelas como o Cristiano Ronaldo, que ganham muito dinheiro, mas também atraem grande quantidade dele, centenas de milhares de pessoas assistem e investem na modalidade”, comparou o presidente. Apesar da declaração tendenciosa, lembrou que não tem uma opinião formada e teria de olhar com mais carinho para o assunto.

Histórico de protestos
Manifestações como a de Rapinoe já foram vistas na National Football League (NFL). Colin Kaepernick, ex-quarterback do San Francisco 49ers começou a se ajoelhar durante a execução do hino, em 2016, como uma forma de protesto contra a brutalidade policial dirigida contra as minorias.

Sobre os protestos ocorridos na NFL, Trump chegou a dizer que os atletas que aderiram a eles não deviam estar no país. Rapinoe condena a atitude do governo diante das críticas. “Usar esse patriotismo encoberto como defesa contra o que o protesto realmente é bastante covarde”, disse a capitã americana.

 

Na Copa do Mundo, o próximo jogo das atuais campeãs é contra as donas da casa, a França, sexta-feira (28/06/2019), às 16h (de Brasília).

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