Clima de guerra: bombas e gás na Colômbia paralisam jogo do Atlético

A situação fora do estádio Romelio Martínez não era compatível com o que ocorria dentro do campo, e acabou atrapalhando a partida

atualizado 13/05/2021 23:25

Éverson Atlético-MGRicardo Maldonado-Pool/Getty Images

O Atlético-MG entrou em campo nesta quinta-feira (13/5), em Barranquilla, na Colômbia, para enfrentar o América de Cali pela 4ª rodada da Libertadores. Mas, infelizmente, o clima fora do estádio Romelio Martínez não era compatível com o que ocorria dentro do campo, e acabou atrapalhando o andamento do confronto.

Por causa dos protestos nas ruas da cidade, não só de Barranquilla, mas em todo o país, a partida precisou ser paralisada diversas vezes para os jogadores se recuperaram dos efeitos do gás lacrimogênio que o vento levava do lado de fora da arena para o gramado. Só no primeiro tempo, os atletas saíram de campo quatro vezes para limpar o rosto e tentar voltar ao jogo.

Além do efeito do gás visível nos jogadores, o barulho das bombas que vinham do lado de fora foi audível durante todo o tempo. Durante o intervalo, houve a expectativa de que o árbitro decidisse junto às autoridades da partida suspender o duelo. Porém, as equipes voltaram ao campo depois de um longo intervalo e conseguiram jogar por mais 45 minutos, ainda com certa dificuldade.

O Atlético-MG levou três pontos para casa, vencendo por 3 x 1 com gols de Hulk, Guilherme Arana e Eduardo Vargas. Santiago Moreno diminuiu para os colombianos.

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