Brasiliense fica no 0 x 0 com o Vitória (ES) em jogo da Copa Verde

Partida foi disputada na capital capixaba. Confronto de volta será no dia 31 de julho, na Boca do Jacaré

Rodrigo Gavini/Especial Para o Metrópoles

atualizado 27/07/2019 19:54

O Brasiliense entrou em campo na tarde deste sábado (27/07/2019), no estádio Salvador Costa, na capital capixaba, para enfrentar a equipe do Vitória/ES pelo duelo de ida da Copa Verde. Em uma partida equilibrada, com direito à defesa de pênalti de Edmar Sucuri, o Jacaré saiu do Espírito Santo com o 0 x 0 na bagagem, levando a decisão do confronto para a Boca do Jacaré. Com a mudança da estrutura do time, o time de Brasília optou por um sistema de jogo envolvendo mais marcação, mas puxando fortes ataques, tentando ligar o trio de atacantes, formado por Tony, Elcarlos e Jobson. Tentando segurar a bola na frente, o Jacaré envolvia a defesa do adversário, que tentavam responder em contra-ataques.

Logo no primeiro lance de perigo do Vitória na partida, os mandantes acabaram sofrendo pênalti, bem marcado pela arbitragem aos quatro minutos, após rápido contra-ataque, onde Carlos Victor acionou Jarles Baiano dentro da área e o meia foi deslocado por Edmar Sucuri. Na cobrança, Carlos Victor bateu forte e alto no lado direito e o arqueiro do Jacaré fez uma linda defesa, salvando a equipe do DF.

A partir daí, o Brasiliense dominou a partida. A equipe amarela, mantendo a posse de bola e o controle de jogo, tentava criar boas oportunidades, principalmente com os jogadores de frente, que mostravam dinamismo e velocidade.

Na reta final do primeiro tempo, aos 36 minutos, a melhor oportunidade saiu. Em cobrança de escanteio, a bola foi desviada e sobrou para Almir, que finalizou. No desvio, Murici pegou o rebote e bateu no meio do gol, resultando em boa defesa de Paulo Henrique.

Melhor em campo, o Brasiliense buscava o primeiro gol. Ainda, antes do apito final do primeiro tempo soar, Jobson tentou duas oportunidades, uma de cabeça, mandando para fora, aos 42 e outra, na qual o atacante pediu pênalti aos 46, mas a arbitragem acabou mandando seguir.

No segundo tempo, o Brasiliense voltou para cima. Mantendo o ritmo forte ofensivo, o Jacaré avançava, mas não conseguia definir. A partir daí, os dois treinadores começaram a fazer mudanças,  deixando o jogo no ritmo alto.

0
2º tempo

Tocando mais a bola, o Brasiliense explorava o avanço pela entrada da área. A intensa marcação do Vitória ocasionou em muitas faltas na entrada da área, que não foram aproveitadas pelo time candango.

A pressão deu ao Brasiliense a melhor chance do segundo tempo. Em uma jogada rápida, aos 18 minutos, Alex Murici deu um belo passe rasteiro para Jobson, que entrou na área e bateu colocado. A bola, caprichosamente, passou rente a trave direita do goleiro Paulo Henrique, que até pulou, mas não conseguiu defender.

À medida em que o tempo passava, o jogo ficava mais cadenciado e faltoso. Consequentemente, a arbitragem distribuía vários cartões aos jogadores dos dois times, deixando a torcida impaciente com o andamento da partida. No fim, o confronto terminou sem gols, deixando o resultado aberto para a volta, no Distrito Federal.

Otimismo

Feliz com o desempenho do time, o treinador Ricardo Antônio mais uma vez foi objetivo ao analisar o desempenho da equipe na partida. Mesmo com a maior posse de bola e dominando na pressão, a rede não balançou, fator que será estudado e trabalhado para o duelo da volta.

“As mudanças deram outra cara ao Brasiliense. Jogamos mais um jogo duro, com chances de gol, mas saímos com o empate. Vamos trabalhar esses dois dias, quem sabe fazer mais alguns ajustes na equipe, para sairmos na quarta com a classificação”, ressaltou Ricardo Antônio.

O empate sem gols no duelo da ida, deixou o confronto aberto para o jogo da volta, que será realizado na próxima quarta-feira, às 15h, na Boca do Jacaré, em Taguatinga. Para o Brasiliense, somente a vitória interessa. Caso haja empate por qualquer número de gols, a vaga será decidida nos pênaltis. O classificado enfrentará o Goiás na próxima fase da competição regional.

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