Artista imagina como seria os uniformes de escola de samba se elas fossem times de futebol
Ex-morador de Brasília desenvolveu um projeto aliando as cores das agremiações no melhor estilo esporte bretão
atualizado
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O Brasil é o país do futebol. E do carnaval. Com esse pensamento, o diretor de arte e ex-morador de Brasília André Zottich, de 29 anos, decidiu unir as duas paixões nacionais ao imaginar como seriam os uniformes das escolas de samba do Rio de Janeiro se elas fossem times de futebol.
Os uniformes seguem o padrão dos brasões e as cores das escolas. O nome do “jogador” são os atuais puxadores, com exceção da Estação Primeira de Mangueira, que homenageia Jamelão. Os números estampados nas camisas também têm significados: é o ano do último título conquistado pela escola ou o ano de acesso ao grupo especial.Zottich criou até um campeonato carioca de carnaval. “O futebol e o carnaval são as duas coisas que o brasileiro mais gosta. E nos dois casos, eles concorrem por um título. Em São Paulo já existe essa mistura. Por que não no Rio?”, questiona.
O diretor de arte nasceu no Paraná, mas viveu durante 20 anos no Distrito Federal e fez o trabalho como um exercício criativo. Em 2015 mudou-se, a convite de uma empresa, para o Rio de Janeiro. Porém, pouco tempo depois o local fechou e, por um lance do destino – e por conta de seu hobby -, ele acabou sendo encontrado por uma marca de marketing esportivo.
No entanto, não foi a primeira vez que André realizou um trabalho envolvendo futebol e outras atividades. Há alguns anos ele desenvolveu um projeto que imaginou como seria se o Brasil fosse o país do futebol americano.





















