Advogada do goleiro Bruno desabafa: “Querem ele morto”

De acordo com Mariana Migliorini, o jogador, de 35 anos, ficou "sem dormir e sem comer" após ser recusado também pelo Operário-MT

atualizado 23/01/2020 15:08

Reprodução

O goleiro Bruno não defenderá mais as cores do Operário-MT. Após o Fluminense-BA desistir da contratação do ex-jogador do Flamengo por causa da repercussão negativa, o time mato-grossense trilhou o mesmo caminho nessa quarta-feira (22/01/2020). Para a advogada de Bruno, Mariana Migliorini, os empresários estão matando seu cliente.

“Os empresários de Várzea Grande [cidade que é sede do Operário] não querem ter o nome do Bruno vinculado a eles por conta da repercussão social. Querem ele morto. Isso não é pena, não é algo civilizatório. O Bruno já cumpriu a pena, Deus perdoa. A sociedade não”, disse a advogada, em entrevista ao jornal mineiro O Tempo.

Ainda de acordo com Mariana Migliorini, após ser recusado novamente por um clube, o goleiro ficou “sem dormir e sem comer’.

Bruno, de 35 anos, foi condenado pela Justiça mineira a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver da ex-namorada e modelo Eliza Samudio, ocorrido em 2010. Atualmente, ele cumpre pena no regime semiaberto.

O recuo do Operário-MT nas negociações foi confirmado nessa quarta-feira por meio de nota oficial divulgada pela diretoria do clube.

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