Fisioterapeuta revela últimos momentos com Diogo Jota
Fisioterapeuta revelou que Diogo Jota não sentia mais dores do pós-operatório e fazia viagem de carro que duraria cerca de 20h
atualizado
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A morte de Diogo Jota, nesta quinta-feira (3/7), abalou o mundo do futebol. Ele e o irmão André Silva faleceram após acidente de carro na região de Palacios de Sanabria, na Espanha, com destino a Inglaterra.
O jogador realizou um tratamento para se recuperar de uma pneumotórax, que é a presença de ar no espaço entre o pulmão e a parede torácica. Por isso, recebeu a recomendação médica para não viajar de avião. A ideia era evitar a pressão exercida em voos, que poderia prejudicar o processo pós-operatório.
Segundo o fisioterapeuta do atleta, Miguel Gonçalves, a viagem de carro que Jota fazia duraria cerca de 20h. O profissional também revelou os últimos momentos de Jota antes de partir: “Quando o deixei, ontem, já não tinha dores. Estava entusiasmado com a próxima temporada”, disse ao jornal Record, de Portugal.
“A família viajou de avião e ele de carro para o casamento. Apanhou o barco em Plymouth, para Santander, uma viagem que demora cerca de 20 horas. Em Santander, alugou o carro e seguiu para o porto”, disse Miguel.
Os últimos momentos com Diogo Jota
“Ele sentiu algumas dores, a cicatriz da operação inflamou um pouco, e ele foi a uma unidade hospitalar. Teve uma recuperação extraordinária… Tinha a base do pulmão direito um pouco colapsada, mas com a fisioterapia de recuperação pós-cirúrgica, estava praticamente impecável. Quando o deixei, ontem, já não tinha dores e ia voltar para Liverpool. Estava empolgado, confiando na recuperação e entusiasmado com a próxima temporada”, continuou o fisioterapeuta.
“O irmão foi um companheiro formidável e decidiu ir com ele, acompanhá-lo na viagem. Iam viajar de noite, por ser mais fresco”, completou.



















