Empresária acusada de falsificar passaporte para Ronaldinho é presa
Seis anos após passaporte falso levar Ronaldinho à prisão no Paraguai, empresária acusada de fornecer o documento foi presa em Assunção
atualizado
Compartilhar notícia

Dalia López, apontada como peça-chave no episódio que levou à prisão de Ronaldinho Gaúcho em 2020, foi detida nesta quinta-feira (2/4) em Assunção, no Paraguai. A captura ocorreu em uma residência na capital paraguaia, e encerra um período de seis anos em que ela esteve foragida.
O caso trata da viagem organizada pela empresária, que levou Ronaldinho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, ao Paraguai para um evento beneficente. Na chegada ao país, as autoridades identificaram que ambos portavam documentos falsos, o que resultou na prisão da dupla.
Ronaldinho e seu irmão ficaram cerca de um mês em regime fechado no Paraguai antes de conseguirem prisão domiciliar, após o pagamento de fiança de 1,6 milhões de dólares. Posteriormente, evitaram julgamento ao pagar novas quantias impostas pela Justiça paraguaia.
Dalia, que também respondia pelas mesmas acusações, não havia sido localizada desde então. A empresária afirmou à imprensa que decidiu se entregar por temer por sua segurança.
Ela é investigada por falsificação de documentos públicos e associação criminosa. Durante a operação, a polícia apreendeu mais de US$ 200 mil em dinheiro no local. Com a detenção, o caso avança e se aproxima de um desfecho definitivo.
