Desde Ferguson, United já gastou quase R$ 500 milhões com técnicos
Desde a saída de Alex Ferguson, clube vive instabilidade no comando e acumula altos custos com demissões de treinadores
atualizado
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O Manchester United já desembolsou cerca de R$ 484 milhões (cerca de 67,4 milhões de libras) em rescisões de treinadores desde 2013. O valor foi revelado pelo jornal The Sun e mostra o impacto da troca constante de técnicos no clube inglês.
A demissão mais cara foi a de José Mourinho, em 2018. O português recebeu, junto com a comissão, aproximadamente R$ 140 milhões. Apesar de ter conquistado a Liga Europa e a Copa da Liga, perdeu espaço com elenco e diretoria.
Outros nomes como David Moyes, Louis van Gaal, Ole Gunnar Solskjær e Ralf Rangnick também custaram milhões aos cofres do United. O padrão de gastos transformou a instabilidade em uma das marcas do clube na última década.
Em 2024, o clube contratou Rúben Amorim, após pagar multa ao Sporting. O treinador português assinou até 2027, mas vive pressão pelos maus resultados: apenas nove vitórias em 33 jogos na Premier League. Caso decida demiti-lo, o Manchester United terá que pagar mais de R$ 86 milhões.






