Copa do Mundo: México garante segurança mesmo após onda de violência
Claudia Sheinbaum, presidente do México, afirmou que os 13 jogos do Mundial de 2026 que serão realizados no país não terão riscos
atualizado
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A presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou nesta terça-feira (24/2), durante entrevista coletiva, que a realização da Copa do Mundo de 2026 no país não está ameaçada. A fala ocorreu após uma onda de violência registrada no fim de semana, desencadeada por uma operação contra o crime organizado que resultou na morte de El Mencho, considerado o homem mais procurado no México.
Questionada sobre possíveis riscos a turistas e delegações, a presidente foi enfática ao dizer que “não há risco”. Ela acrescentou que existem “todas as garantias” para a disputa das partidas programadas em solo mexicano. O país receberá confrontos na Cidade do México, em Monterrey e em Guadalajara.
Os episódios de violência começaram após uma ação que terminou com a morte de Nemesio Oseguera, conhecido como El Mencho. Integrantes do cartel reagiram com bloqueios e ataques em diferentes pontos do país. Houve registros de veículos incendiados e confrontos armados com a segurança pública local.
Durante a coletiva, Sheinbaum também reconheceu novos bloqueios no país durante a madrugada. Ela afirmou, porém, que as forças de segurança atuam para restabelecer a ordem nas áreas afetadas. A presidente disse que o cenário já apresenta sinais de estabilização.
O México será um dos três países-sede da Copa de 2026 e receberá 13 das 104 partidas do torneio. Quatro jogos estão previstos para Guadalajara, capital do estado de Jalisco, foco do conflito. Além disso, o país também sediará amistosos preparatórios antes da abertura do Mundial.






