Com brasileiros no comando, WSL está prestes a definir novo campeão mundial

Atletas estão vivos na briga pelo título da WSL em 2021 e têm grandes chances. Tatiana Weston-Webb também está na luta pelo inédito troféu

atualizado

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Thiago Diz/World Surf League via Getty Images
Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Tatiana Weston-Webb
1 de 1 Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Tatiana Weston-Webb - Foto: Thiago Diz/World Surf League via Getty Images

Adiadas duas vezes seguidas, o Campeonato Mundial de Surfe está teimando em não acontecer. A ser realizado em Trestles, na Califórnia, a última etapa do torneio não foi realizada por condições climáticas.

Com a situação, não há garantias de que os atletas seguirão ao mar nesta terça-feira (13/9). Porém, o evento segue com luz amarela, o que significa que os atletas poderão ir para a água nas próximas 24h.

Em um novo formato, o “Final 5” consagrará um esportista entre os homens e outro entre as mulheres. A disputa consiste em uma eliminatória simples: os melhores qualificados já entram uma fase à frente, tendo o 5º e o 4º disputando a primeira bateria. Quem vencer, enfrenta o 3º e assim vai.

Dessa maneira, Gabriel Medina, o número um, já entra na final. Ítalo Ferreira (2º) aguarda o seu adversário nas semis e Filipe Toledo (3º) depende de outra disputa para conhecer o rival nas quartas.

O australiano Morgan Cibilic (5º) enfrentará o estadunidense Conner Coffin (4º) na primeira bateria do dia. Pela ordem, quem vencer, medirá forças com Filipe Toledo.

Caso o favoritismo se confirme, o título deve mesmo ficar entre Gabriel Medina e Ítalo Ferreira.

O formato é o mesmo entre as mulheres. A brasileira Tatiana Weston-Webb, segunda no ranking, já entra nas semifinais e tem grandes chances de carimbar a vaga na final do torneio. Lá já está Carissa Moore, a líder do mundial.

A disputa entre Johanne Defay (5ª) e Stephanie Gilmore (4ª) abrem a competição feminina. Quem vencer, pega a australiana Sally Fitzgibbons (3ª).

Weston-Webb convenceu bastante até aqui. Apesar de não ser a líder do torneio, ela tem grandes chances de levantar o caneco e trazer o inédito título para o Brasil.

Ainda este ano, ela derrotou Carissa Moore na etapa de Narrabeen Classic, mas acabou ficando com o vice-campeonato naquela ocasião.

Os brasileiros na disputa

De campeões mundiais a olímpico, o Brasil lidera o mundo do surfe. Prova disso é que Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Filipe Toledo, respectivamente, ocupam as três melhores posições do ranking da World Surf League, entidade que rege o esporte mundial.

Entre as mulheres, também faz bonito. Ela é a segunda melhor surfista do mundo, atrás apenas de Carissa Moore, do Hawaii.

Entre os homens, domínio brasileiro…

Gabriel Medina, único brasileiro bicampeão mundial, já está acostumado com a fama. Em 2014, ele ficou com o título da WSL e assumiu a liderança do ranking ainda naquele ano. De lá para cá, sua pior colocação nesta lista foi em 2015, quando ficou em segundo lugar.

Nas Olimpíadas, era o grande favorito ao título, mas uma polêmica derrota para o japonês Kanoa Igarashi o tirou da briga pela medalha de ouro.

O primeiro lugar no megaevento ficou com Ítalo Ferreira, que detonou o algoz de seu compatriota e venceu fácil a disputa. É ele, também, o atual campeão mundial da categoria.

A boa fase de Ítalo vem desde 2019, quando venceu três etapas do campeonato mais importante da categoria naquele ano e em 2018. Resultados que o garantiram como o melhor do mundo no esporte.

Atrás deles, Filipe Toledo também conta com excelentes resultados e faz com que o Brasil domine o top-3 do Surfe. Diferente de seus companheiros, ele ainda não foi o número, mas a três anos vem incomodando.

Ele conquistou duas etapas do mundial em 2021, o que o garantiu como o terceiro melhor do globo.

Além dos três, vale a pena lembrar de Adriano de Souza, o Mineirinho, é outro brasileiro que também já teve o gostinho de estar no topo do ranking, em 2011, e ganhou o mundial de 2015.

…Weston-Webb luta pela glória entre as mulheres

A brasileira vem subindo o seu patamar com o passar dos tempos. Em 2021, ela vem como a segunda melhor surfista do mundo e pode conquistar o título inédito da WSL.

Mesmo sem vencer uma etapa sequer do mundial em toda a sua história no Surfe, ela vem competindo com regularidade e tem muita chance de garantir um inédito título entre as mulheres.

Nas Olimpíadas, ela era uma forte concorrente à medalha, mas não foi párea a para a japonesa Amuro Tsuzuki.

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