Campeão da Libertadores com o Internacional, Giuliano anuncia aposentadoria
O meio-campista de 36 anos defendeu o Athletico-PR em 2025, sendo o último clube do jogador na carreira

Meio-campista de 36 anos com passagens por grandes clubes brasileiros e com carreira fora do país, Giuliano divulgou, nesta terça-feira (22/9), a aposentadoria no futebol. O atleta foi campeão da Copa Libertadores da América com o Internacional em 2010 e chegou a atuar pela Seleção Brasileira.
Em suas redes sociais, Giuliano divulgou um vídeo em que mostra vários momentos da carreira e escreveu um texto de despedida. Após alguns agradecimentos, ele encerra o pronunciamento falando sobre a aposentadoria.
“Hoje, um ciclo dentro das quatro linhas chega ao fim. Mas aquilo que o futebol construiu em mim permanece. Algumas histórias não terminam quando o apito soa. Elas apenas mudam de campo. Obrigado, futebol. Por tudo“, escreveu Giuliano.
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Na carreira, o jogador atuou pelo Paraná, Internacional, Grêmio, Corinthians, Santos, Athletico-PR, Zenit, Fenerbahçe e Al-Nassr. O atleta possui 789 jogos no currículo, com 163 gols e 124 assistências. O último clube do jogador foi o Furacão, time que defendeu em 2025.
Além da conquista da Copa Libertadores, Giuliano também ganhou o título da Série B do Brasileirão, Campeonato Saudita, Supertaça Saudita, Taça Suruga Bank e o Sul-Americano Sub-2o com a Seleção Brasileira.
Veja o texto na íntegra:
“O futebol foi a melhor coisa que me aconteceu. Foi através dele que eu sonhei ainda menino, conheci o mundo, vivi momentos que jamais conseguiria explicar e me tornei o homem que sou hoje. Ele me deu muito. Mas também me pediu muito. Foram anos de renúncias, distância, dores, derrotas, recomeços, pressão e dias que eu gostaria que durassem para sempre. Quando olho para trás, não vejo apenas jogos, gols, títulos ou camisas. Vejo a minha vida. Vejo minha família caminhando comigo. Vejo pessoas que acreditaram quando tudo ainda era apenas um sonho. Vejo aquele menino que começou sem saber até onde o futebol poderia levá-lo. E hoje eu posso dizer para ele: valeu a pena. Valeu cada treino. Cada viagem. Cada lágrima. Cada queda. Cada vez que precisei começar de novo. Sou profundamente grato a Deus por ter me permitido viver tudo isso. Hoje, um ciclo dentro das quatro linhas chega ao fim. Mas aquilo que o futebol construiu em mim permanece. Algumas histórias não terminam quando o apito soa. Elas apenas mudam de campo. Obrigado, futebol. Por tudo.”



