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Esportes

Avó pede que nome de goleiro Bruno não seja vinculado ao neto Bruninho

Sônia Moura, mãe de Eliza Samudio e avó de Bruninho, foi até suas redes sociais pedir para não vincularem o nome do neto ao do pai

21/09/2023 17:31, atualizado 21/09/2023 18:09
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Reprodução/ Instagram
Foto colorida de goleiro Bruno - Metrópoles

Sônia Moura, mãe de Eliza Samudio, foi até as suas redes sociais e escreveu uma carta aberta para a imprensa e pediu para não vincularem o nome do neto, Bruninho, que atua na base do Athletico-PR, ao do goleiro Bruno, ex-Flamengo, pai do jovem.

“Na condição de avó e tutora legal de Bruninho, eu Sonia Moura, venho por meio deste solicitar à toda a imprensa e veículos de comunicação que toda e qualquer nota em referência ao meu neto e jogador de futebol na posição de goleiro, seja citado como filho de Eliza Samudio!!!”, escreveu.

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atualmente, aos 38 anos, está sem clube
Goleiro Bruno
Em 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado
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Em 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado

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atualmente, aos 38 anos, está sem clube
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atualmente, aos 38 anos, está sem clube

Reprodução/Instagram Bruno Fernandes
Goleiro Bruno
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Goleiro Bruno

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Confira carta na íntegra:

Carta aberta à imprensa. Na condição de avó e tutora legal de Bruninho, eu Sonia Moura, venho por meio deste solicitar à toda a imprensa e veículos de comunicação que toda e qualquer nota em referência ao meu neto e jogador de futebol na posição de goleiro, seja citado como filho de Eliza Samudio!!! O pedido ético se faz, obviamente, pelo respeito à minha filha e em especial proteção ao meu neto que não precisa ser alvo de matérias que resgatem o caso de repercussão social. Certa de ser compreendida, desde já agradeço. Atenciosamente, Dona Sônia Moura, mãe de Eliza Samudio.

Entenda o caso

O goleiro Bruno foi condenado, em 2013, a 22 anos e três meses de prisão por homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza Samudio. Um ano antes, ele reconheceu, na Justiça, a paternidade de Bruninho, mas a defesa do jogador entrou com uma ação para anular a decisão, com base no fato de não existir um exame de DNA.

Em janeiro deste ano, o goleiro pediu a realização de um exame de DNA após a Justiça determinar indenização de R$ 650 mil a seu filho. “Ele não pode falar que é meu filho se não tiver exame de DNA. Se não tem um exame, existe a dúvida. Já pedi na Justiça”, afirmou Bruno, em entrevista ao “Conexão Repórter”, do SBT, em 2020. Um ano antes, reportagem do UOL revelou que a criança desejava trocar seu nome para não ter relação com o ex-jogador.

Bruninho iniciou neste mês sua carreira como goleiro na equipe sub-13 do Athletico-PR. Ele foi inscrito pelo clube para a disputa do Sulbrasileiro BG Prime, que reúne equipes da região Sul do País. O garoto fez diversos testes antes de ser aprovado no clube e se mudar, em definitivo, para Curitiba no início deste ano. Bruninho mora com a sua avó desde a morte da mãe, em 2010, quando ainda tinha poucos meses de vida.