Argentina e França têm mais técnicos no comando de seleções; confira

Últimas finalistas do Mundial, argentinos e franceses lideram o ranking de maior quantidade de técnicos comandando seleções na competição

atualizado

metropoles.com

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Dursun Aydemir/Anadolu via Getty Images
Taça-Copa-do-Mundo
1 de 1 Taça-Copa-do-Mundo - Foto: Dursun Aydemir/Anadolu via Getty Images

Falta pouco para o início da Copa do Mundo 2026. Em seu novo formato, com 48 seleções, a competição possui um dado que chama a atenção. Argentina e França são os dois países que mais têm técnicos comandando seleções no Mundial.

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Didier Deschamps
Scaloni assumiu a Albiceleste em 2018
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Scaloni assumiu a Albiceleste em 2018

Cristina Sille/picture alliance via Getty Images
Didier Deschamps
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Didier Deschamps

Michael Owens/Getty Images

Os argentinos são os que mais têm representantes no torneio, com seis. Além de Lionel Scaloni, campeão em 2022 e comandante de Messi e companhia, a Copa do Mundo de 2026 ainda conta com: Mauricio Pochettino, treinador dos Estados Unidos, Marcelo Bielsa, no Uruguai, Néstor Lorenzo, da seleção colombiana, Gustavo Alfaro, no Paraguai, e Sebastián Beccacece, no comando do Equador.

Já a França soma cinco treinadores. Didier Deschamps segue como técnico da seleção francesa, campeã em 2018 e vice no Catar. Além dele, Sebastien Migné treina a seleção do Haiti, Rudi Garcia é o comandante da Bélgica, Sabri Laouchi está à frente da Tunísia e Sebastien Desabre está no comando da RD Congo.

Fechando o pódio, a Espanha conta com quatro comandantes na Copa do Mundo de 2026. Luis da La Fuente é treinador da Espanha, enquanto Roberto Martínez é o responsável pelo comando de Portugal, Julen Lopetegui está com a seleção do Catar e Thomas Christianse no comando do Panamá.

Veja a relação:

  • Argentina (seis técnicos)
  • França (cinco técnicos)
  • Espanha (quatro técnicos)
  • Alemanha (três técnicos)
  • Itália (três técnicos)
  • Austrália (dois técnicos)
  • Inglaterra (dois técnicos)
  • Marrocos (dois técnicos)
  • Países Baixos (dois técnicos)
  • Suíça (dois técnicos)
  • Bélgica (um técnico)
  • Bósnia e Herzegovina (um técnico)
  • Cabo Verde (um técnico)
  • Coreia do Sul (um técnico)
  • Costa do Marfim (um técnico)
  • Croácia (um técnico)
  • Egito (um técnico)
  • Escócia (um técnico)
  • Estados Unidos (um técnico)
  • Irã (um técnico)
  • Japão (um técnico)
  • México (um técnico)
  • Noruega (um técnico)
  • Portugal (um técnico)
  • Senegal (um técnico)
  • Tchéquia (um técnico)

Ausência brasileira

O Brasil, por outro lado, vive um Mundial com uma marca negativa. Essa será a primeira vez na história que nenhum treinador brasileiro estará na beira dos gramados em uma edição de Copa do Mundo.

Quem comanda a Amarelinha é Carlo Ancelotti. O treinador com mais títulos de Champions League na história assumiu o comando do time nacional em 2025, e sonha com o título inédito para a sua carreira.

O treinador brasileiro que poderia participar da competição era Sylvinho. O ex-Corinthians comandou a seleção da Albânia durante as eliminatórias para a Copa do Mundo, mas não conseguiu a classificação e foi afastado do cargo em maio.

Para o mundial de 2030, quem pode voltar a aparecer caso o comando técnico da Seleção Brasileira siga com Carlo Ancelotti é o treinador Mano Menezes, que iniciou a sua jornada à frente da seleção do Peru.

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