Alonso lamenta situação de Drugovich, mas diz que F1 “não é caridade”

Bicampeão espanhol, que hoje defende a Aston Martin, comentou escolha da Cadillac e destacou falta de espaço para jovens pilotos

atualizado

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Bryn Lennon – Formula 1/Formula 1 via Getty Images
Foto colorida de Fernando Alonso durante fim de semana do GP do Catar de Fórmula 1 - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de Fernando Alonso durante fim de semana do GP do Catar de Fórmula 1 - Metrópoles - Foto: Bryn Lennon – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Na terça-feira (26/8), a escuderia Cadillac anunciou Sergio Pérez e Valtteri Bottas como os pilotos titulares para 2026, ano de estreia da equipe na Fórmula 1. A decisão deixou de fora Felipe Drugovich, piloto reserva da Aston Martin e uma das promessas brasileiras no grid.

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Drugovich participou do TL1 na Hungria.
Fernando Alonso é dono de empresa que agencia a carreira de Bortoleto
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Fernando Alonso é dono de empresa que agencia a carreira de Bortoleto

Bryn Lennon - Formula 1/Formula 1 via Getty Images
Drugovich participou do TL1 na Hungria.
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Drugovich participou do TL1 na Hungria.

Song Haiyuan/MB Media/Getty Images

Questionado durante coletiva em Zandvoort, Fernando Alonso disse não ter certeza sobre estar feliz com o retorno de Perez e Bottas ou decepcionado com a falta de oportunidades para jovens pilotos.

“Todos eles provaram que têm talento. Mas só existem 22 vagas, então alguém sempre fica de fora — talvez ele [Drugovich] merecesse uma chance”, disse o bicampeão.

Apesar da frustração pela ausência do brasileiro, Alonso afirmou que apenas os melhores possuem oportunidades, e que a F1 não é “instituição de caridade”.

“Quando há esse tipo de notícia, seja renovação de contrato ou outra situação, se pensa que os pilotos de testes não estão tendo oportunidade. Isso não é uma academia ou uma instituição de caridade. Aqui estão apenas os melhores”, concluiu o piloto.

Drugovich, campeão da Fórmula 2 em 2022, segue como principal nome do país à espera de oportunidade. Além dele, o brasileiro Pietro Fittipaldi também ficou anos a espera de uma vaga na F1.

Neto do bicampeão ex-piloto Emerson Fittipaldi, o brasileiro permaneceu 5 anos (2019 a 2024) como piloto reserva da Haas. Durante esses anos, ele correu apenas duas vezes (GP de Sakhir e GP de Abu Dhabi) na categoria principal do automobilismo mundial.

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