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Fotos mostram personagens ligados ao mistério de Tatunca Nara e Akakor

A HBO Max lançou a série Morte e Mistério na Amazônia, que relembra o bizarro caso de Tatunca Nara e a suposta cidade perdida de Akakor

13/09/2026 02:00
Divulgação/ HBO Max
Cena da série Morte e Mistério na Amazônia - Metrópoles

Em meio aos mistérios que cercam a história de Tatunca Nara, fotos antigas ajudam a reconstituir o caso que envolve uma suposta cidade subterrânea na Amazônia, o assassinato de um jornalista e o desaparecimento de três turistas estrangeiros. A história é revisitada na série Morte e Mistério na Amazônia, que estreou na HBO Max no último dia 10.

Veja fotos reais do caso:

Fotos mostram personagens ligados ao mistério de Tatunca Nara e Akakor - destaque galeria
10 imagens
Mulher carregando fardos
Tatunca Nara ainda novo
Comparação de Tatunca antes de adotar o nome
Tatunca Nara ao lado de uma mulher
Tatunca Nara jovem
Foto de lápides da época de Tatunca
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Foto de lápides da época de Tatunca

Divulgação
Mulher carregando fardos
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Mulher carregando fardos

Divulgação
Tatunca Nara ainda novo
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Tatunca Nara ainda novo

Divulgação/ HBO Max
Comparação de Tatunca antes de adotar o nome
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Comparação de Tatunca antes de adotar o nome

Divulgação/ HBO Max
Tatunca Nara ao lado de uma mulher
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Tatunca Nara ao lado de uma mulher

Divulgação/ HBO Max
Tatunca Nara jovem
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Tatunca Nara jovem

Divulgação/ HBO Max
Tatunca Nara hoje, vivendo na Amazônia
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Tatunca Nara hoje, vivendo na Amazônia

Divulgação/ HBO Max
Tatunca Nara
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Tatunca Nara

Divulgação/ HBO Max
Tatunca Nara na época do caso
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Tatunca Nara na época do caso

Divulgação/ HBO Max
Tatunca Nara quando ainda era Hans Günther Hauck
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Tatunca Nara quando ainda era Hans Günther Hauck

Divulgação/ HBO Max

Tatunca chegou ao Brasil por volta de 1966 e passou a contar que era descendente dos Ugha Mongulala, um povo que, segundo ele, vivia na região havia cerca de 15 mil anos. Foi a partir desses relatos que surgiu a história de Akakor, uma cidade perdida que estaria escondida na floresta.

A narrativa chamou a atenção do jornalista alemão Karl Brugger, que conheceu Tatunca e registrou suas histórias no livro A Crônica de Akakor. Anos depois, a identidade do próprio informante também seria questionada: Tatunca Nara é, na verdade, Hans Günther Hauck, nascido em 5 de outubro de 1941, na Alemanha.

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Assassinato e desaparecimentos

Brugger passou anos tentando investigar a existência de Akakor, mas acabou assassinado antes de concluir a busca. Em 1º de janeiro de 1984, ele foi baleado em Ipanema, no Rio de Janeiro. O crime nunca foi oficialmente solucionado.

Tatunca também passou a ser apontado como responsável pelo desaparecimento de três turistas estrangeiros — John Reed, Christine Heuser e Herbert Wanner — que teriam viajado para a Amazônia interessados em encontrar a cidade perdida.

Ele nunca foi oficialmente acusado pelos desaparecimentos nem pelo assassinato de Brugger.

O encontro com Tatunca

É nesse ponto que entra o trabalho de Tatiana Issa e Guto Barra, responsáveis por Morte e Mistério na Amazônia. A equipe conseguiu entrevistar Tatunca na casa onde ele vivia na Amazônia e registrou sua versão para os acontecimentos.

Tatiana conta ao Metrópoles que a conversa revelou diferentes reações entre os integrantes da equipe diante dos relatos do entrevistado.

“A gente pôde perceber que, naquela longa tarde na casa dele na Amazônia, cada um reage de um jeito ao que ele fala. Tem um que cai na mentira, tem um que fica com dó, o outro questiona se matou mesmo”, explica.

Para a diretora, a gravação esteve entre as experiências mais difíceis de sua carreira. Segundo ela, a equipe chegou a ser ameaçada depois da entrevista.

“É um homem extremamente manipulador, está o tempo todo driblando as perguntas. Não dá para desviar o olho dele em momento nenhum. Foi perigoso, fomos ameaçados na cidade, tivemos que sair às pressas. Tivemos que sair fugidos porque ele criou uma figura mística de perigoso”, completa.