O drama vivido por Adriane Galisteu após a morte de Ayrton Senna
A apresentadora Adriane Galisteu contou como foram os momentos após a morte de Ayrton Senna em novo documentário
atualizado
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Adriane Galisteu abriu o coração sobre um dos momentos mais difíceis que passou dias após a morte do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna. Namorada dele na época, a apresentadora ficou sem lugar para morar após a morte do piloto e revelou situações que passou com a família dele.
Segundo relatos de Adriane no documentário Meu Ayrton por Adriane Galisteu, lançado na HBO Max na quinta-feira (6/11), ela teve que retornar ao apartamento em que morou com Senna dias após a morte dele. Na ocasião, encontrou com a mãe dele, Neide, e pediu a autorização dela para reunir os pertences da casa. As duas teriam se despedido logo na sequência, com um abraço.
Tomada pelo luto, a apresentadora relembrou ainda que foi um amigo próximo de Senna, Antônio Carlos de Almeida Braga, que a ajudou naquele momento.
“Veio um sol gigantesco chamado Braga. Ele me permitiu voltar a respirar. Ele era o melhor amigo e mentor do Ayrton, mas não tinha nenhuma relação comigo até aquele momento Eu agarrei a mão dele, e nunca mais soltei”, contou ela no documentário.
Segundo a entrevista da viúva dele, Luíza Eugênia Konder, Braga ficou chocado com o abandono que Adriane passou. Antes da morte do piloto, Senna repassava R$ 6 mil reais mensais para a família da modelo.
“Ele dizia que isso era inviável caso o Ayrton estivesse vivo. Braga também falava que faria pela Adriane tudo o que o Ayrton faria”, contou Luíza no documentário.
Assim, Adriane passou a morar com Braga em um período que ficou reclusa após a morte de Senna. Foi nesta época em que ela escreveu o livro Caminho das Borboletas (1994), onde contou vivências ao lado do piloto.








