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A primeira temporada de La Casa de Papel foi a grande sensação da Netflix no início de 2018. Nesta sexta-feira (6/8), o plano infalível de um grupo de ladrões para roubar a Casa da Moeda da Espanha ganha sequência no serviço de streaming. O Metrópoles assistiu aos dois primeiros episódios e pode garantir que a trama de Álex Pina promete (acredite se quiser) ainda mais reviravoltas.

Já nos dois primeiros episódios os fãs começarão a entender as verdadeiras motivações do Professor (Álvaro Morte) para bolar o roubo. Prepare-se: você vai descobrir o verdadeiro nome do personagem. O chefe da quadrilha segue com o incansável trabalho de despistar e confundir os investigadores, na tentativa de ganhar mais tempo e, consequentemente, mais dinheiro. Porém nem tudo sai exatamente como o idealizado.

Na continuação do angustiante final da primeira temporada, a inspetora Raquel Murillo (Itziar Ituño) chega bem perto de desvendar a identidade do Professor (Álvaro Morte). A falta de comunicação com o grupo, cercado por policiais, faz com que os criminosos percam o controle e a confiança no comandante.

 

Atitudes desesperadas de Tóquio (Úrsula Corberó) mexem com a dinâmica do jogo e colocam Murillo, pela primeira vez, um passo à frente dos ladrões. Mas não se engane, até os “erros” do grupo foram precisamente calculados pelo mentor do assalto. Outras histórias introduzidas na primeira parte serão aprofundadas, como a do filho abandonado por Nairobi (Alba Flores). A especialista em falsificação de dinheiro conquistou grande parte do público e ganhará mais tempo de tela.

Questões como a Síndrome de Estocolmo – onde vítimas desenvolvem sentimentos por seus algozes– também entrarão nos diálogos. Como é impossível assistir à série sem torcer para os vilões, muita gente ficará triste ao saber que nem todos sairão ilesos da empreitada.

 

 

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