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Televisão

Gêmeas trans, da HBO Max, expõem traumas e abuso sexual

As brasileiras Mayla e Sofia, estrelas da série Gêmeas Trans, da HBO Max, relembraram as dificuldades vividas até o sucesso no streaming

26/06/2023 02:00, atualizado 26/06/2023 13:41
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Gêmeas trans, da HBO Max, expõem traumas e abuso sexual

Estrelas da série documental Gêmeas Trans, da HBO Max, Mayla e Sofia estão aprendendo a lidar com a fama após a repercussão da obra na plataforma de streaming. Ao longo de seis episódios, a produção conta a trajetória e acompanha a rotina das irmãs que se tornaram as primeiras gêmeas do mundo a passarem pela cirurgia de redesignação sexual juntas.

Nascidas em Araxá, Minas Gerais, e criadas em Tapira, uma cidade ainda menor do estado, Mayla e Sofia tiveram que superar, desde a infância, as dores, temores e preconceitos tão conhecidos pela comunidade LGBTQIAPN+. Hoje, as brasileiras celebram o fato de terem superado o medo da exposição e poder ajudar tantas pessoas com suas vivências. “Meu maior medo era se apedrejada”, diz Mayla.

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Mayla e Sofia, de 21 anos, foram as primeiras irmãs a passarem, juntas, pela cirurgia de redesignação sexual no mundo
A trajetória das mineiras é relatada na produção da plataforma de streaming
Em entrevista ao Metrópoles, elas relembraram traumas da infância e adolescência
Sofia e Mayla estrelam a série documental Gêmeas Trans da HBO Max
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Sofia e Mayla estrelam a série documental Gêmeas Trans da HBO Max

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Mayla e Sofia, de 21 anos, foram as primeiras irmãs a passarem, juntas, pela cirurgia de redesignação sexual no mundo
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Mayla e Sofia, de 21 anos, foram as primeiras irmãs a passarem, juntas, pela cirurgia de redesignação sexual no mundo

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A trajetória das mineiras é relatada na produção da plataforma de streaming
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A trajetória das mineiras é relatada na produção da plataforma de streaming

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Em entrevista ao Metrópoles, elas relembraram traumas da infância e adolescência
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Em entrevista ao Metrópoles, elas relembraram traumas da infância e adolescência

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“Eu nunca imaginei que eu poderia fazer um projeto para contar a minha vida onde eu poderia ajudar não só pessoas como eu, mas também a nos entenderem, que não escolhemos ser assim, já nascemos. É algo muito grande, estamos muito felizes”, ressalta Sofia.

Em entrevista ao Metrópoles, Mayla e Sofia relembraram os traumas que foram mais difíceis de serem revividos nos bastidores das gravações da série, como tentativas de suicídio, e de amputar o próprio pênis aos 10 anos de idade, além de diversos abusos sexuais ao longo da vida.

Assista a entrevista completa:

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