Cem Anos de Solidão: Netflix divulga novidades sobre a segunda parte

A segunda parte de Cem Anos de Solidão começou a ser produzida e completa completará a adaptação visual do romance de Gabriel García Márquez

atualizado

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Segunda parte de Cem Anos de Solidão - Metrópoles
1 de 1 Segunda parte de Cem Anos de Solidão - Metrópoles - Foto: Divulgação/ Netflix

Nesta terça-feira (11/2), a Netflix trouxe boas novas para os fãs de Cem Anos de Solidão. A segunda parte da série começou a ser produzida e completará a adaptação visual do romance de Gabriel García Márquez.

Marleyda Soto e Claudio Cataño reprisam seus papéis como Úrsula Iguarán e Coronel Aureliano Buendía, respectivamente. Ángela Cano, Emmanuel Restrepo, Estefanía Piñeres, María Adelaida Puerta, Emiliano Pernía, Juanita Molina, Laura Taylor, Obeida Benavides, Julián Román e Carla Baratta, entre outros, se juntam ao universo de Macondo nesta segunda parte.

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Claudio Cataño, o Aureliano Buendía, em cena de Cem Anos de Solidão
Cem Anos de Solidão: Netflix divulga novidades sobre a segunda parte - imagem 3
 Laura Sofía Grueso como Rebeca (Grande)
Diego Vásquez, que vive José Arcadio Buendía, com Claudio Cataño, no papel de Aureliano
Criadores idealizaram uma Macondo "historicamente precisa"
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Criadores idealizaram uma Macondo "historicamente precisa"

Mauro González / Netflix
Claudio Cataño, o Aureliano Buendía, em cena de Cem Anos de Solidão
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Claudio Cataño, o Aureliano Buendía, em cena de Cem Anos de Solidão

Pablo Arellano / Netflix
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 Laura Sofía Grueso como Rebeca (Grande)
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Laura Sofía Grueso como Rebeca (Grande)

Pablo Arellano / Netflix
Diego Vásquez, que vive José Arcadio Buendía, com Claudio Cataño, no papel de Aureliano
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Diego Vásquez, que vive José Arcadio Buendía, com Claudio Cataño, no papel de Aureliano

Pablo Arellano / Netflix
Laura Mora segue na direção dos episódios, agora ao lado de Carlos Moreno, diretor colombiano conhecido por seu trabalho em filmes renomados como Lavaperros e Perro Come Perro.

A primeira parte chegou ao catálogo da Netflix em 11 de dezembro, com oito episódios. A produção usa a fantasia criada pelo autor colombiano para explorar temas políticos contemporâneos.

Lançado em 1967, o livro explora, por meio do realismo fantástico, temas que como patriarcado, colonialismo, exploração econômica, amor e família. Assuntos que, com maior ou menor grau, seguem presentes na estrutura social da América Latina até hoje.

“É um livro fundamental, não apenas na Colômbia, mas para toda a América Latina e o mundo. Para mim, o tema principal do romance é a luta de um homem contra o destino, porque, a cada geração, os erros dos antepassados se repetem”, explica o realizador, ao Metrópoles.

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