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Caso Eloá: por que Nayara não aparece no documentário da Netflix?

O documentário Caso Eloá, da Netflix, revisita um dos crimes mais conhecidos do Brasil

atualizado

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Caso Eloá: Refém ao vivo
1 de 1 Caso Eloá: Refém ao vivo - Foto: Divulgação

A Netflix lançou nesta quarta-feira (12/11) o documentário Caso Eloá: Refém ao Vivo, que revive um dos crimes de cárcere privado mais marcantes do país. A produção traz depoimentos inéditos dos pais e irmãos de Eloá Pimentel, além de jornalistas e amigos da adolescente.

No entanto, uma das figuras mais lembradas do caso não aparece no documentário: Nayara, amiga de Eloá que também foi mantida refém por Lindemberg Alves.

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Em entrevista ao Metrópoles, a diretora Cris Ghattas e a produtora Veronica Stumpf explicaram o motivo da ausência de Nayara. Segundo elas, revisitar o episódio ainda é algo muito doloroso para a jovem.

“Nós convidamos e procuramos todas as pessoas que estiveram [envolvidas no caso], mas a Nayara preferiu não participar”, afirmou Cris. “Acredito que ela ainda carrega uma ferida. Esse assunto continua muito sensível para ela, e nós respeitamos”, completou.

Sobre o documentário

Caso Eloá – Refém ao Vivo relembra o sequestro de Eloá Pimentel, que foi mantida refém e assassinada pelo ex-namorado Lindemberg Alves quando tinha apenas 15 anos. A adolescente permaneceu em cárcere dentro de um apartamento em Santo André, São Paulo, por mais de 100 horas, em 2008.

O crime chocou o país ao ser transmitido ao vivo por emissoras de TV, que exibiram as negociações entre Lindemberg e a polícia, culminando em um desfecho trágico. Após quatro dias de tensão, Eloá foi baleada pelo sequestrador. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e teve morte cerebral.

O documentário da Netflix traz depoimentos inéditos dos pais de Eloá, do irmão Douglas e da amiga Grazieli Oliveira, que falam publicamente sobre o caso pela primeira vez. A produção também conta com relatos de jornalistas e autoridades que acompanharam o crime.

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