Bonner comemora presença de Maju no JN: “Enfim, notícia para alegrar”

A repórter estreará como âncora do Jornal Nacional no próximo sábado (16/2)

atualizado 14/02/2019 9:38

Reprodução/TV Globo

A notícia de que Maju Coutinho apresentará o Jornal Nacional pegou todos de surpresa. A maioria das reações à presença da jornalista, que será a primeira negra a sentar na bancada do JN, foi positiva, incluindo a do editor-chefe e âncora do programa, William Bonner. Por meio de uma publicação no Instagram na noite de quarta-feira (13/2), o global não escondeu a felicidade e comemorou a promoção da colega.

“Enfim, uma notícia para alegrar todo mundo. História de talento, de dedicação, de conquista. História. A equipe e a bancada do JN dão as boas-vindas”, escreveu Bonner, ao postar uma foto junto com a nova apresentadora.

Para a estreia de Maju, no próximo sábado (16), a TV Globo decidiu que Rodrigo Bocardi, e não William Bonner, é quem vai dividir a bancada com ela.

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Maria Júlia Coutinho será a primeira jornalista negra a apresentar o Jornal Nacional, da Globo. Conhecida como Maju, iniciou sua carreira no Jornal da Cultura, na TV Cultura. Ela noticiou a previsão do tempo do Hora Um da Notícia, do Bom Dia Brasil, e do Jornal Nacional. Em 2017, assumiu o cargo de apresentadora eventual do Jornal Hoje e também faz parte do Papo de Almoço, da Rádio Globo.

Por muitos anos, O JN foi apresentado por uma dupla de homens: Cid Moreira e Sérgio Chapelin. A primeira mulher a apresentar o noticiário foi Márcia Mendes, que ingressou no programa como substituta. Já a primeira âncora feminina do jornal foi Valéria Monteiro, que assumiu a função em 1992 e permaneceu à frente da atração até 1993. Então, desde 1996, o JN tem uma dupla formada por homem e mulher como titulares do programa.

Quanto à representatividade, Glória Maria foi a primeira mulher negra a aparecer no noticiário brasileiro, como repórter em um link, em 1977. Já o primeiro homem negro a apresentar o Jornal Nacional, Heraldo Pereira, entrou no programa em 2002, e participa até hoje como substituto. Portanto, são 17 anos de diferença para a primeira mulher negra na bancada.

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