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Televisão

Band é condenada em R$ 50 mil por chamar Pablo Marçal de "lixo humano"

Decisão da Justiça de São Paulo decidiu a favor do candidato a Prefeitura de São Paulo; ainda cabe recurso

01/10/2025 18:01
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Reprodução / Redes sociais
Pablo Marçal

A Justiça de São Paulo condenou a emissora Band a pagar R$ 50 mil de indenização a Pablo Marçal. A decisão, que ainda cabe recurso, aceitou o pedido de danos morais da defesa do político após ele ser chamado de “lixo humano”, “mané”, “canalha” e “zé ruela” pelos jornalistas Reinaldo Azevedo e Luiz Megale.

Segundo o processo, Marçal alega que a Band teria cometido fake news ao noticiar, durante as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, que era falsa a afirmação do ex-candidato de que as autoridades locais teriam barrado a entrada de caminhões com doações destinadas às vítimas do estado.

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O ex-coach Pablo Marçal
Pablo Marçal
Marçal fala com a imprensa após votação
Reinaldo Azevedo
A internet não gostou nada do gesto do jornalista
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Marçal fala com a imprensa após votação
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Marçal fala com a imprensa após votação

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A internet não gostou nada do gesto do jornalista
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A internet não gostou nada do gesto do jornalista

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A versão do político seria de que os alimentos e outros produtos foram barrados por conta da ausência de notas fiscais. Já a reportagem afirmou que, na realidade, os caminhões estariam carregando carga além do peso permitido.

“Mentiras absurdas, especialmente a de um sujeito um tal de Pablo Marçal, um coach. É muito impressionante que as pessoas se dirijam ao local da tragédia para fazer proselitismo barato, que tipo de gente é essa? Que tipo de lixo humano faz isso?”, disparou o apresentador Reinaldo Azevedo à época.

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Na decisão, o magistrado reconheceu que as falas dos jornalistas foram “além da crítica aceitável e passou para o campo da agressão pessoal”, e portanto, julgou em favor do ex-candidato.

“Nesse contexto, chamar de canalha, a quem se atribui a divulgação de fake news, parece, à toda evidência, um excesso no linguajar, uma palavra desnecessária, que não se relaciona adequadamente com a narrativa em questão”, afirmou.

Em resposta à reportagem, a Band respondeu que não comenta decisões judiciais. A decisão ainda cabe recursos.