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Televisão

Avenida Brasil bate maior ibope dos últimos 10 anos

A atração superou todos os recordes da faixa Vale a Pena Ver de Novo

21/10/2019 18:07
TV Globo/Divulgação
Avenida Brasil bate maior ibope dos últimos 10 anos

A novela Avenida Brasil re-exibida no Vale a Pena Ver de Novo ultrapassou a marca de outras 20 produções do quadro e, em sua segunda semana, atingiu 17,9 pontos no Ibope. A pontuação foi maior do que a de Senhora do Destino, reprisada em 2009. As informações são do Na Telinha.

Relembre bons momentos da produção:

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<b>Discussões sociais — </b> A questão dos moradores e trabalhadores de lixões Brasil a fora — foi discutida após ser exibida no horário nobre da maior emissora do país
<b>Mocinha vingativa — </b> Diferente das demais protagonistas que representam o lado "do bem" nas novelas, Nina, interpretada por Débora Falabella, não tinha nada de boba e nem de passiva. Pelo contrário, a personagem não mediu esforços para se vingar de sua algoz: mentiu, trapaceou e torturou Carminha (Adriana Esteves) o quanto pôde
<b> Poliamor — </b> No começo um traidor, que mantinha três famílias ao mesmo tempo, Cadinho (Alexandre Borges) fechou a dramaturgia oficializando o poliamor. A relação foi tratada com naturalidade na dramaturgia e dividiu a opinião dos espectadores na época
<b> Romance nos bastidores — </b> Foi em Avenida Brasil que Débora Nascimento e José Loreto se conheceram. Na trama, os atores também viveram o casal formado por Tessália e Darkson
Cacau como Zezé, em Avenida Brasil
<b> Cena congelada — </b> Avenida Brasil descobriu uma maneira criativa de manter os espectadores presos a trama da novela a cada final de capítulo. Para encerrar as cenas, os personagens  eram congelados no ápice dos acontecimentos. A técnica virou febre na emissora global e foi usada em muitos outros folhetins depois
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Cena congelada — Avenida Brasil descobriu uma maneira criativa de manter os espectadores presos a trama da novela a cada final de capítulo. Para encerrar as cenas, os personagens eram congelados no ápice dos acontecimentos. A técnica virou febre na emissora global e foi usada em muitos outros folhetins depois

TV Globo/Divulgação
<b>Discussões sociais — </b> A questão dos moradores e trabalhadores de lixões Brasil a fora — foi discutida após ser exibida no horário nobre da maior emissora do país
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Discussões sociais — A questão dos moradores e trabalhadores de lixões Brasil a fora — foi discutida após ser exibida no horário nobre da maior emissora do país

TV Globo/Divulgação
<b>Mocinha vingativa — </b> Diferente das demais protagonistas que representam o lado "do bem" nas novelas, Nina, interpretada por Débora Falabella, não tinha nada de boba e nem de passiva. Pelo contrário, a personagem não mediu esforços para se vingar de sua algoz: mentiu, trapaceou e torturou Carminha (Adriana Esteves) o quanto pôde
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Mocinha vingativa — Diferente das demais protagonistas que representam o lado "do bem" nas novelas, Nina, interpretada por Débora Falabella, não tinha nada de boba e nem de passiva. Pelo contrário, a personagem não mediu esforços para se vingar de sua algoz: mentiu, trapaceou e torturou Carminha (Adriana Esteves) o quanto pôde

TV Globo/ Divulgação
<b> Poliamor — </b> No começo um traidor, que mantinha três famílias ao mesmo tempo, Cadinho (Alexandre Borges) fechou a dramaturgia oficializando o poliamor. A relação foi tratada com naturalidade na dramaturgia e dividiu a opinião dos espectadores na época
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Poliamor — No começo um traidor, que mantinha três famílias ao mesmo tempo, Cadinho (Alexandre Borges) fechou a dramaturgia oficializando o poliamor. A relação foi tratada com naturalidade na dramaturgia e dividiu a opinião dos espectadores na época

TV Globo/Divulgação
<b> Romance nos bastidores — </b> Foi em Avenida Brasil que Débora Nascimento e José Loreto se conheceram. Na trama, os atores também viveram o casal formado por Tessália e Darkson
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Romance nos bastidores — Foi em Avenida Brasil que Débora Nascimento e José Loreto se conheceram. Na trama, os atores também viveram o casal formado por Tessália e Darkson

TV Globo/Divulgação
Cacau como Zezé, em Avenida Brasil
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Cacau como Zezé, em Avenida Brasil

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<b> Redenção da vilã — </b> Carminha foi uma das vilãs mais amadas do Brasil, páreo duro para a Nazareth, de Renata Sorrah. A paixão do público pela personagem de Adriana Esteves foi tão grande que João Emanuel Carneiro teve de escrever um final onde a vilã se redimisse e respondesse por seus pecados
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Redenção da vilã — Carminha foi uma das vilãs mais amadas do Brasil, páreo duro para a Nazareth, de Renata Sorrah. A paixão do público pela personagem de Adriana Esteves foi tão grande que João Emanuel Carneiro teve de escrever um final onde a vilã se redimisse e respondesse por seus pecados

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Por Amor, programa que antecedeu Avenida Brasil, atingiu a média de 16,4 e era seguida por Senhora do Destino (2017) e o Rei do Gado (2015). O levantamento foi feito pelo Na Telinha com base nos dados da Kantar Ibope para a grande São Paulo.

Avenida Brasil foi ao ar pela primeira vez em 2012 no horário das 21h. A produção, protagonizada por Adriana Esteves e Débora Falabella, conta a história de Rita. Abandonada em um lixão pela madrasta, a menina jura vingança. Já adulta, ela assume a identidade de Nina e volta para acabar com a vida da megera, mas se vê dividida ao descobrir que o seu grande amor é filho da mulher que a arruinou.

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