Área Restrita: saiba o que a produtora disse sobre proibição da PF
A Polícia Federal suspendeu as gravações da série Aeroporto: Área Restrita em diferentes aeroportos. Produtora Moonshot divulgou nota
atualizado
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A Moonshot, produtora responsável pela série Aeroporto: Área Restrita, se pronunciou após a Polícia Federal (PF) suspender as gravações do programa em diferentes aeroportos do país.
A empresa afirmou que a produção da oitava temporada teve início em dezembro de 2025 e que a PF havia concedido autorização para as filmagens nos aeroportos de Viracopos (VCP), Galeão (GIG) e Pinto Martins (FOR).
No entanto, em janeiro de 2026, a Polícia Federal voltou atrás, negou o credenciamento da equipe para acessar áreas restritas do Aeroporto de Guarulhos e também revogou a autorização para gravações nos demais terminais.
A PF, por sua vez, sustenta que não participa do programa há vários anos e que adota, de forma reiterada, o entendimento institucional de indeferir pedidos desse tipo.
A Moonshot contesta a versão da corporação e afirma que, ao longo de sete temporadas consecutivas, a Polícia Federal analisou e aprovou as credenciais de todos os profissionais envolvidos na produção de Aeroporto: Área Restrita.
Motivo da decisão
Segundo a Polícia Federal, a decisão decorre do cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares relacionadas à segurança da aviação civil no Brasil.
“As Áreas Restritas de Segurança são classificadas como zonas prioritárias de risco, sujeitas a rigorosos controles de acesso, limitados exclusivamente a pessoas com necessidade operacional ou funcional, não se enquadrando atividades de entretenimento ou produção audiovisual nesse critério”, explicou, em nota.
Segundo a PF, normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) proíbem o registro de imagens que envolvam procedimentos, fluxos e infraestruturas sensíveis à segurança aeroportuária. O órgão também negou qualquer conflito institucional com a Receita Federal no caso.






