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Estreia, nesta quinta-feira (8/3), a segunda temporada de Jessica Jones, parceria entre Marvel e Netflix. O Dia Internacional da Mulher é muito representativo para a volta de uma série em que o protagonismo feminino é tão presente. Na produção da plataforma de streaming, todas as personagens fogem da retratação heteronormativa.

Na estreia, em 2015, a obra abordou temas relevantes como abuso sexual e psicológico. Nos próximos 13 episódios, dirigidos exclusivamente por cineastas mulheres, a heroína aparece em outra fase. A protagonista tentará superar seus traumas usando os poderes que possui.

O Metrópoles reuniu 11 motivos que fazem da personagem interpretada pela atriz Krysten Ritter um mulherão para ninguém botar defeito.

Jessica é gente como a gente
A investigadora não aceita o título nem se sente como uma heroína. Pelo contrário, assim como qualquer pessoa, ela tem seus momentos de mau humor (quase sempre). Nada vaidosa, a musa usou a mesma calça jeans o seriado inteiro. Com um vilão machista para combater, quem ia lembrar de trocar de roupa ou repor o papel do banheiro?

Não aceita que lhe digam como agir
Independente, Jessica resolve todos os problemas sozinha e não espera ajuda de ninguém. Ela tem seus próprios métodos e não aceita palpite de homem. Quem lembra dos afrontes ao policial Simpson (Wil Traval)?

Se invadir o espaço dela…
Se tem um poder que Jessica não possui é a paciência. Após o primeiro aviso, ela explica na prática qual o limite.

Uma super-heroína empoderada tem sororidade
Às vezes, a poderosa até tem vontade de perder as estribeiras e cair na armadilha da rivalidade feminina, mas ela tem um patriarcado inteiro para combater…

#MexeuComUmaMexeuComTodas
E faz de tudo para evitar que outras mulheres sofram a mesma violência pela qual ela passou.

Boa de copo e de briga
Depois de “sentar a mão” nos inimigos, tem relaxante muscular melhor que uma boa dose de uísque barato?

Quando o boy é magia, ela tem iniciativa
E quem disse que as mulheres têm de esperar a boa vontade dos homens? Se Jessica está afim, ela chega junto.

Quando conquista a paquera, não reprime seus desejos
Sexo casual nunca foi um tabu para a heroína. Pode transar na primeira noite sim, aliás, pode transar sempre que tiver vontade.

Jessica enfrenta seus medos e vai em frente
A vida de Jones nunca foi fácil. Após perder os pais em um acidente, a jovem é adotada por uma mulher nada amável. Quando cresce e pensa estar começando a viver em paz, é sequestrada e abusada durante meses. Contudo, ela não permite que seus traumas a paralisem.

Justiceira
E não descansa até conseguir justiça para ela e para todas as outras mulheres.

Missão cumprida!
Depois, caminha plena pelas ruas com a sensação de que tudo valeu a pena. Mas, calma. Se passar por ela, é melhor não fazer nenhuma piadinha sexista.

Pronto para a segunda temporada? Veja o trailer: