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Após lançar uma data para a reabertura de aparelhos culturais como Teatro Nacional Claudio Santoro, Museu de Arte de Brasília (MAB) e Espaço Cultural Renato Russo, a Secretaria de Cultura do Distrito Federal (Secult) anunciou a compra de um terreno à beira do Lago Paranoá (em área próxima ao Centro Cultural Banco do Brasil) para abrigar o Parque Audiovisual de Brasília.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (16/9) pouco antes da abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Além da compra do terreno, que ocorreu em parceria com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), a Secult assinou um decreto instituindo uma política para o parque, com diretrizes de ocupação do local.

Para Guilherme Reis, secretário de Cultura do DF, a compra de um terreno em área nobre valoriza o setor. “Confere mais possibilidades para atrair investidores e parceiros institucionais”, explicou.

Dessa forma, o Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, localizado em Sobradinho, será desativado de vez. O espaço, que já foi utilizado para filmes como “Vidas Mortas e As Horas Vazias” (2010), de Pedro Lacerda, voltará a ser gerido pela Terracap.

Inaugurado em 1993, o espaço voltado para indústria cinematográfica estava obsoleto e abandonado há pelo menos uma década. O polo chegou a ser reformado em 2013 para as gravações do filme “O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum, mas a distância e as limitações técnicas afastavam possíveis interessados.

 

 

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