Espaço Cultural Renato Russo terá consulta pública para programação
Com previsão de reinauguração para junho deste ano, o centro vai abrir diálogo com a população sobre agenda de eventos
atualizado
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Em fase de finalização da reforma do Espaço Cultural Renato Russo, a Secretaria de Cultura do Distrito Federal vai promover, nos próximos dias, um diálogo com a população sobre a programação do local. A consulta pública on-line tem previsão para ser lançada até o fim desta semana. A expectativa é que as contribuições subsidiem a criação das diretrizes de uso e ocupação do centro.
“O objetivo é que a programação do Espaço Cultural Renato Russo seja pensada a partir das demandas da comunidade artística da cidade e da opinião de quem frequenta ou deseja frequentar o local”, informou, em nota, a secretaria.O centro está interditado desde 2013, após o Corpo de Bombeiros Militar do DF e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pedirem o fechamento do local. A reforma do espaço vem se arrastando com novos prazos de entrega sendo anunciados pela Secretaria: a pasta informou que a demora ocorreu por necessidade de revisão do projeto inicial.
A previsão atual é que o novo Espaço Cultural Renato Russo seja entregue à população em junho deste ano. “A reforma está em fase de acabamento, que envolve atividades como colocação de piso, divisórias e bancadas, instalação de esquadrias de ferro, guarda-corpos, alvenaria e reboco das escadas pressurizadas, quadros elétricos e pintura”, enumerou, em nota, a secretaria. Foram investidos R$ 5,6 milhões na obra.
Aniversariante do mês
Como forma de protesto pelo atraso na reinauguração do espaço, o movimento Memorial Renato Russo vai transmitir, a partir das 22h desta terça-feira (27/2), um show que homenageia a obra do cantor e poeta brasiliense. O streaming acontecerá na página do movimento, terá 1h40 de duração e a classificação indicativa é livre.
A data foi escolhida porque Renato faria 58 anos neste 27 de março. “Tudo começou quando outro grupo quis mudar o nome do espaço. Criamos o movimento, que acabou virando uma luta pela revitalização do lugar. O GDF já atrasou essa obra tantas vezes que acho que se entregarem em 2018, vai ser bem no final do ano”, reclama o líder do grupo, o professor Paulo Castelo.








