Scorpions e Helloween fazem show com hinos do metal em Brasília

Bandas alemãs se apresentaram no ginásio Nilson Nelson antes da performance no megafestival Rock in Rio, em 4 de outubro

atualizado 26/09/2019 11:39

Felipe Moraes/Metrópoles

Antes do Rock in Rio, as bandas alemãs Helloween e Scorpions fizeram show com repertório de hits do metal nesta quarta (25/09/2019), em Brasília, no minifestival Rock Ao Vivo. A produção estimou o público em 7 mil pessoas. Em turnê pelo Brasil, as veteranas formações europeias tocam no megaevento carioca em 4 de outubro.

Voltando a Brasília pela primeira vez desde 2010, ano da então única vinda à cidade, o Scorpions descarregou seus principais hinos roqueiros aos fãs do DF.

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Os alemães deixaram o melhor para a metade final do espetáculo: Wind of Change, Rock You Like a Hurricane e Still Loving You, essas duas guardadas para o bis.

Klaus Meine, icônico vocalista e pioneiro do grupo ao lado do guitarrista — e fundador — Rudolf Schenker, orquestrou o sing along da plateia em outras canções, como Tease Me Please Me e Send Me An Angel. Outro destaque do espetáculo veio no vigoroso solo do baterista Mikkey Dee, ex-Motörhead.

Helloween abriu os trabalhos

Muito querida no Brasil, a Helloween abriu a noite em sua primeira visita à capital federal. Entrando no palco pontualmente, às 21h, os roqueiros começaram o desfile de hits com I’m Alive.

Privilegiando discos dos anos 1980 e 1990, a Helloween fez show com dez músicas, levando o público ao delírio sobretudo com os sucessos Eagle Fly Free e I Want Out, derradeira da apresentação.

Andi Deris, um dos vocalistas, conversou com a plateia e disse já querer tocar em Brasília de novo. Antes de Eagle Fly Free, aproveitou o momento para celebrar a volta de Michael Kiske, cantor repatriado à banda em 2016 junto com o guitarrista Kai Hansen.

Bem-humorada e sem rodeios, a Helloween ainda teve como pontos altos Ride the Sky, na qual Hansen, membro-fundador, assume sozinho o vocal, e a baladinha oitentista A Tale That Wasn’t Right, acompanhada pelo público com as mãos para o alto e luzes de celulares acesas.

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