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Ela é dona de um dos mais belos timbres da música brasileira. Trata-se de uma voz que, ao ser ouvida, não deixa dúvidas a respeito de sua origem. Suas gravações embalaram casais no país inteiro, das grandes capitais aos rincões. Estamos falando de Joanna, ou, para os íntimos, Maria de Fátima Gomes Nogueira, cantora e mulher que, este ano, celebra 45 anos de uma trajetória das mais ricas da nossa música.
E as celebrações serão no palco (hoje ela faz duas apresentações no Blue Note Rio), do Brasil e do exterior, e com o projeto “Joanna e elas”, no qual vai dividir os vocais com talentos das novas gerações. Esse olhar tem um quê de revisionista, afinal, como compositora, Joanna ajudou – juntamente com Joyce e Fátima Guedes – a sociedade a olhar para aquela mulher que, assim como o próprio país, (re)nasceu das cinzas após as trevas da ditadura.
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