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Música

Bruno Mars: 5 motivos que explicam o sucesso do vencedor do Grammy

24k Magic, disco multipremiado na cerimônia, consolidou de vez o artista como um dos grandes nomes do pop contemporâneo

30/01/2018 05:30
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Michael Loccisano/Getty Images for NARAS
Bruno Mars: 5 motivos que explicam o sucesso do vencedor do Grammy

Bruno Mars chegou ao auge da música pop nesse domingo (28/1), ao vencer os principais troféus do Grammy 2018 (a 60ª edição da cerimônia) por 24K Magic, seu terceiro disco de estúdio. O que explica o sucesso de um dos principais artistas pop da atualidade?

Premiações servem muito mais como uma tomada de pulso do presente do que propriamente selo de qualidade – definição bastante precisa quando se fala do Grammy. No caso do havaiano de 32 anos, significa a consagração comercial definitiva de um músico capaz de combinar contemporaneidade e espírito retrô para cativar milhões de ouvintes.

Cinco motivos que explicam o sucesso de Bruno Mars:

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<b>Bruno Mars não quer ser o novo Michael Jackson</b>. As comparações com o Rei do Pop só fazem sentido do ponto de vista vocal – o timbre de Mars lembra o de Michael Jackson em certas canções. Mas o havaiano tem pretensões, digamos, menos ambiciosas. Ele articula funk e soul em uma abordagem R&B que não pretende reinventar a roda – como Michael fez no revolucionário Off the Wall (1979) –, mas extrair dos estilos seus elementos mais festivos
<b>Ele dança muito</b>. Quem foi a algum dos quatro shows que Mars fez no Brasil em novembro de 2017 viu de perto como o havaiano sabe rebolar e contagiar o público com seus movimentos. Longe de ser um showman solitário, ele sempre sobe ao palco acompanhado pela banda The Hooligans, que se divide entre instrumentos musicais, passinhos e backing vocals
<b>O havaiano capricha nos shows</b>. Mars é um tanto discreto em sua vida pública, mas nada tímido nas apresentações ao vivo. Em tempos de streaming, ele faz um show pelo qual o público sente que a vale a pena pagar. Ano passado, abriu dois espetáculos extras em São Paulo e no Rio de Janeiro após ingressos para os dois já agendados esgotarem em uma semana. No palco, ele esbanja carisma infalível. Sabe quando afagar a plateia com hits e criar um clima tão baladeiro quanto sentimental. As performances ainda ganham o reforço de design megacolorido e pirotecnia digna de intervalo do Super Bowl. É o show-parque de diversões
<b>Hits que querem ser apenas hits</b>. 24K Magic emplacou três diferentes tipos de hits. That's What I Like, música que, sozinha, venceu três prêmios no Grammy 2018, ostenta champagne, Cadillac, joias e mais uma porção de coisas extravagantes. 24K Magic é o hino baladeiro do disco, enquanto Versace on the Floor descreve cenas de uma noite nada menos que sensual e quente. Mars segue os rastros do pop anos 1980 e 1990 e tem talento musical suficiente combinar contemporaneidade e vibe retrô
<b>24K Magic: curto e certeiro</b>. Mars sabe bem o que as plateias atuais querem: música divertida e "pra cima". Seus discos anteriores, Doo-Wops & Hooligans (2010) e Unorthodox Jukebox (2012), não passaram dos 35 minutos de duração. O premiado 24K Magic reúne nove faixas em 33 minutos, funcionando quase como uma playlist de hits. Não por acaso, cinco canções foram lançadas em separado como singles
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24K Magic: curto e certeiro. Mars sabe bem o que as plateias atuais querem: música divertida e "pra cima". Seus discos anteriores, Doo-Wops & Hooligans (2010) e Unorthodox Jukebox (2012), não passaram dos 35 minutos de duração. O premiado 24K Magic reúne nove faixas em 33 minutos, funcionando quase como uma playlist de hits. Não por acaso, cinco canções foram lançadas em separado como singles

Divulgação
<b>Bruno Mars não quer ser o novo Michael Jackson</b>. As comparações com o Rei do Pop só fazem sentido do ponto de vista vocal – o timbre de Mars lembra o de Michael Jackson em certas canções. Mas o havaiano tem pretensões, digamos, menos ambiciosas. Ele articula funk e soul em uma abordagem R&B que não pretende reinventar a roda – como Michael fez no revolucionário Off the Wall (1979) –, mas extrair dos estilos seus elementos mais festivos
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Bruno Mars não quer ser o novo Michael Jackson. As comparações com o Rei do Pop só fazem sentido do ponto de vista vocal – o timbre de Mars lembra o de Michael Jackson em certas canções. Mas o havaiano tem pretensões, digamos, menos ambiciosas. Ele articula funk e soul em uma abordagem R&B que não pretende reinventar a roda – como Michael fez no revolucionário Off the Wall (1979) –, mas extrair dos estilos seus elementos mais festivos

Paras Griffin/Getty Images for BET
<b>Ele dança muito</b>. Quem foi a algum dos quatro shows que Mars fez no Brasil em novembro de 2017 viu de perto como o havaiano sabe rebolar e contagiar o público com seus movimentos. Longe de ser um showman solitário, ele sempre sobe ao palco acompanhado pela banda The Hooligans, que se divide entre instrumentos musicais, passinhos e backing vocals
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Ele dança muito. Quem foi a algum dos quatro shows que Mars fez no Brasil em novembro de 2017 viu de perto como o havaiano sabe rebolar e contagiar o público com seus movimentos. Longe de ser um showman solitário, ele sempre sobe ao palco acompanhado pela banda The Hooligans, que se divide entre instrumentos musicais, passinhos e backing vocals

Theo Wargo/Getty Images for Atlantic Records
<b>O havaiano capricha nos shows</b>. Mars é um tanto discreto em sua vida pública, mas nada tímido nas apresentações ao vivo. Em tempos de streaming, ele faz um show pelo qual o público sente que a vale a pena pagar. Ano passado, abriu dois espetáculos extras em São Paulo e no Rio de Janeiro após ingressos para os dois já agendados esgotarem em uma semana. No palco, ele esbanja carisma infalível. Sabe quando afagar a plateia com hits e criar um clima tão baladeiro quanto sentimental. As performances ainda ganham o reforço de design megacolorido e pirotecnia digna de intervalo do Super Bowl. É o show-parque de diversões
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O havaiano capricha nos shows. Mars é um tanto discreto em sua vida pública, mas nada tímido nas apresentações ao vivo. Em tempos de streaming, ele faz um show pelo qual o público sente que a vale a pena pagar. Ano passado, abriu dois espetáculos extras em São Paulo e no Rio de Janeiro após ingressos para os dois já agendados esgotarem em uma semana. No palco, ele esbanja carisma infalível. Sabe quando afagar a plateia com hits e criar um clima tão baladeiro quanto sentimental. As performances ainda ganham o reforço de design megacolorido e pirotecnia digna de intervalo do Super Bowl. É o show-parque de diversões

Theo Wargo/Getty Images for Atlantic Records
<b>Hits que querem ser apenas hits</b>. 24K Magic emplacou três diferentes tipos de hits. That's What I Like, música que, sozinha, venceu três prêmios no Grammy 2018, ostenta champagne, Cadillac, joias e mais uma porção de coisas extravagantes. 24K Magic é o hino baladeiro do disco, enquanto Versace on the Floor descreve cenas de uma noite nada menos que sensual e quente. Mars segue os rastros do pop anos 1980 e 1990 e tem talento musical suficiente combinar contemporaneidade e vibe retrô
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Hits que querem ser apenas hits. 24K Magic emplacou três diferentes tipos de hits. That's What I Like, música que, sozinha, venceu três prêmios no Grammy 2018, ostenta champagne, Cadillac, joias e mais uma porção de coisas extravagantes. 24K Magic é o hino baladeiro do disco, enquanto Versace on the Floor descreve cenas de uma noite nada menos que sensual e quente. Mars segue os rastros do pop anos 1980 e 1990 e tem talento musical suficiente combinar contemporaneidade e vibe retrô

Reprodução/YouTube