Malu Galli celebra a tipificação da misoginia como crime
Malu Galli brilha no teatro e celebra a tipificação da misoginia como crime, critica a polarização nacional e saúda Maria Bethânia
atualizado
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Uma atriz por inteiro. A frase é perfeita quando a profissional em questão é Malu Galli. A atriz chegou a desistir de trabalhar na TV e, para nossa sorte, a reconciliação deu-se na minissérie Queridos amigos, na qual atuou “de igual para igual”, como ela conta, com colegas que já admirava. Ali, Malu conquistou o grande público. E isso era esperado, uma vez que ela tem o dom de catalisar as atenções a cada aparição. Isso ficou evidente com a Celina de Vale tudo e é corroborado em Mulher em fuga, sua nova incursão teatral.
Em mais um desempenho magistral e surpreendente (ela toca bateria em cena), Malu dá vida a uma mulher que elenca relacionamentos abusivos até mudar de vida, buscando refúgio na casa do filho, alter ego do escritor Edouard Louis, de cujo livro a peça é adaptada, e interpretado por Tiago Martelli. “Vivemos num tempo em que os assassinatos das mulheres são orquestrados em série”, atesta Malu nesta entrevista, por telefone, ao NEW MAG.
Leia no texto completo no site do NewMag, parceiro do Metrópoles.
