Loki, Stranger Things e The Witcher: 13 séries para ficar de olho em 2021
Novas temporadas e estreias de seriados da Marvel, no Disney+, e Senhor dos Anéis, no Amazon Prime Video, são destaques
atualizado
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O ano de 2020 foi muito forte no mercado de séries: canais de televisão tradicionais e os serviços de streaming viram seus lançamentos virarem hits e disputarem os principais prêmios televisivos. E em 2021? A expectativa é que a febre no mercado de seriados continue, ao menos 13 sucessos estão programados para estrear nos próximos 12 meses, com destaque para tramas da Marvel no Disney+ e a releitura de Senhor dos Anéis no Amazon Prime Video.
Outra grande aposta já estará disponível nesta sexta (1º/1): a terceira temporada, a primeira inteiramente produzida pela Netflix, de Cobra Kai promete manter o hype em torno da série. O spin-off de Karatê Kid mostrará, pela primeira vez, Daniel San (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) obrigados a trabalhar juntos para tentar juntar os cacos da fatídica briga na escola. O Metrópoles conversou com o elenco da produção, que revelou as expectativas para o novo ano.
Mais uma série aguardada com ansiedade pelos fãs é a 3ª temporada de The Boys. O hit do Amazon Prime Video terminou 2020 como um dos principais destaques da televisão mundial e, se manter a trajetória de alta, deve igualar ou superar o feito em 2021.
O público também deve se mobilizar pelos encerramentos. 2021 marcará o fim da trajetória de The Walking Dead, La Casa de Papel e Ozark.
Desabastacimento
Uma das principais preocupações da indústria do entretenimento é um possível desabastecimento no mercado. Com a 2ª onde de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, mais produções podem ser interrompidas, gerando um déficit na programação ao longo do ano.
Uma das formas de se combater isso – além, é claro, do desenvolvimento de uma vacina – seria a utilização de programas de mais fácil produção, como os realities shows. Essa é a aposta de Michel Arouca, do Série Maníacos.
“Os realities são produções mais baratas e com ambientes controlados. Há poucos meses, entre agosto e outubro, o canal americano CBS exibiu a versão All-Stars do Big Brother, só com ex-participantes. Todos ficaram isolados antes de entrarem na casa, todos fizeram testes, os programas ao vivo foram sem plateias e, quando alguém era eliminado, a entrevista com a apresentadora ocorria com 5 metros de distância no palco. Podemos esperar mais desses formatos, nos quais produções conseguem criar bolhas controladas”, opina o especialista.



















