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Neste fim de semana, a cidade fica movimentada pela coincidência na realização de dois festivais que têm se destacado na agenda anual de eventos do Distrito Federal, o Festival Medieval e o Festival do Japão (foto no alto) — realizados no Jardim Botânico e no ExpoBrasília (Parque da Cidade),. respectivamente.

Já se aproximando de sua segunda década, o Festival Medieval conta com músicas e comidas típicas da era medieval, apresentações e competições de artes marciais, exposição de armas, vestimentas e outras peças medievais, além de fantasias, shows de mágica, brinquedos e muito mais.

Leonardo Arruda/Metrópoles

Marcelo e Fernanda, o dueto Olam Ein Sof: atração do Festival Medieval

 

Atrações de fora
De acordo com o organizador Gabriel Bortoluzzi, o festival que se originou em Brasília agora se espalha pelo Brasil e está sendo reconhecido no exterior. As peças antigas do museu, por exemplo, são propriedade do próprio festival.

Muitas das apresentações são de grupos de fora da cidade, como o grupo de esgrima Hema, com integrantes de várias partes do Brasil, e a dupla musical Olam Ein Sof, que veio de São Paulo para participar da festa pela primeira vez. “É muito bom ter este reconhecimento de fora, estamos nos preparando para expandir esta cultura cada vez mais”, conta.

O evento tem ainda a participação de diversas embaixadas, como Dinamarca, Noruega, Portugal e Alemanha, que distribuem revistas, panfletos e livros gratuitos para divulgar suas respectivas culturas. Existe também um programa para escolas, no qual o evento recebe a visita de alunos de diversos colégios.

Leonardo Arruda/metrópoles

Bonsais no Festival do Japão: evento reúne uma grande diversidade de produtos


Festival do Japão

Já o Festival do Japão está nos pavilhões A e B do ExpoBrasília (Parque da Cidade) e também conta com diversos estandes, workshops e apresentações, tanto de atrações musicais quanto de artes marciai. Tudo voltado, é claro, para a temática japonesa.

Muitos dos estandes do festival são interativos, como os de shodô, arte da caligrafia japonesa, e shogui, também conhecido como o xadrez japonês. Um dos maiores setores do evento, no entanto, é a gastronomia. “A melhor parte é a comida!”, conta Erica Kohara, que desfrutava da variedade culinária acompanhada pela família.

Em seu quinto ano consecutivo, o evento tem também uma grande diversidade nas barraquinhas, que vendem doces e petiscos típicos, camisetas, fantasias, diversos mangás e animes, bonsais e até móveis e tatames. “Este é o forte do festival. É uma oportunidade aos interessados de realmente entrar em contato e apreciar a cultura nipônica”, diz Clara Olga, que participa do evento pela segunda vez. Acompanhada da amiga Vanessa Yumi Ito (foto no alto), ela foi ao festival vestida a caráter.