Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Artes Plásticas

Museu Nacional recebe exposição em celebração a Caio Fernando Abreu

Considerado um fenômeno das redes sociais, Caio se tornou uma espécie de guru para uma legião de jovens admiradores após sua morte, em 1996

16/08/2018 05:30
Compartilhar notícia
Felipe Delangelo/Divulgação
Museu Nacional recebe exposição em celebração a Caio Fernando Abreu

O Museu Nacional da República recebe a exposição Caio Fernando Abreu – Doces Memórias do dia 13 de setembro a 27 de outubro, com entrada gratuita. O público poderá mergulhar no universo poético em que viveu o escritor a partir de experiências sensoriais e recortes da trajetória dele. Cartas, manuscritos e documentos de sua vida pessoal e profissional foram emprestados pela família para trazer o público para ainda mais perto do autor. Sua máquina de escrever, Virginia Woolf, e seu laptop, RoboCop, também fazem parte da exposição.

A exposição foi feita com a curadoria da pesquisadora Lara Souto Santana e as irmãs do autor, Márcia de Abreu Jacintho e Cláudia de Abreu Cabral. A curadora afirma que “comemorar os setenta anos de Caio Fernando Abreu com uma exposição em Brasília já é uma alegria, já que sua literatura dialoga com tantos leitores”, e que isso é possível por conta da potência do texto do autor.

Museu Nacional recebe exposição em celebração a Caio Fernando Abreu - destaque galeria
8 imagens
O coquetel de abertura será no dia 12 de setembro: a data em que o escritor completaria 70 anos de vida
Farias também afirma que ainda recebem convites para a participação de Caio em palestras, então a exposição é importante para que todos conheçam quem ele é
Caio sofreu com a ditadura militar, e seu trabalho renasce atual e espontaneamente através de admiradores, adaptações, biografias ou trabalhos acadêmicos
Sua literatura é considerada um fenômeno nas redes sociais, com uma legião de jovens admiradores
Caio F. – como costumava se autointitular em referência ao romance de Christiane F. – confessou: "Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi"
O escritor é "possivelmente ainda mais lido [hoje em dia] do que quando estava vivo", segundo a produtora executiva da mostra, Liana Farias
1 de 8

O escritor é "possivelmente ainda mais lido [hoje em dia] do que quando estava vivo", segundo a produtora executiva da mostra, Liana Farias

Felipe Delangelo/Divulgação
O coquetel de abertura será no dia 12 de setembro: a data em que o escritor completaria 70 anos de vida
2 de 8

O coquetel de abertura será no dia 12 de setembro: a data em que o escritor completaria 70 anos de vida

Felipe Delangelo/Divulgação
Farias também afirma que ainda recebem convites para a participação de Caio em palestras, então a exposição é importante para que todos conheçam quem ele é
3 de 8

Farias também afirma que ainda recebem convites para a participação de Caio em palestras, então a exposição é importante para que todos conheçam quem ele é

Felipe Delangelo/Divulgação
Caio sofreu com a ditadura militar, e seu trabalho renasce atual e espontaneamente através de admiradores, adaptações, biografias ou trabalhos acadêmicos
4 de 8

Caio sofreu com a ditadura militar, e seu trabalho renasce atual e espontaneamente através de admiradores, adaptações, biografias ou trabalhos acadêmicos

Felipe Delangelo/Divulgação
Sua literatura é considerada um fenômeno nas redes sociais, com uma legião de jovens admiradores
5 de 8

Sua literatura é considerada um fenômeno nas redes sociais, com uma legião de jovens admiradores

Felipe Delangelo/Divulgação
Caio F. – como costumava se autointitular em referência ao romance de Christiane F. – confessou: "Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi"
6 de 8

Caio F. – como costumava se autointitular em referência ao romance de Christiane F. – confessou: "Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi"

Felipe Delangelo/Divulgação
Sua escrita leva em si afeto e confissões, abordando temas universais como solidão, morte e relacionamentos
7 de 8

Sua escrita leva em si afeto e confissões, abordando temas universais como solidão, morte e relacionamentos

Felipe Delangelo/Divulgação
Caio Fernando Abreu faleceu em 1996, aos 47 anos
8 de 8

Caio Fernando Abreu faleceu em 1996, aos 47 anos

Felipe Delangelo/Divulgação

Caio Fernando Abreu – Doces Memórias
A abertura da exposição será no dia 12 de setembro (quarta-feira), às 19h, e estará disponível para visitação de 13 de setembro a 27 de outubro. Sempre de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30. A exposição se encontra na Galeria Acervo no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República (Setor Cultural Sul, Lote 2). Entrada franca e livre. Mais informações: 61 3325-5220 e 3325-6410